4 Vantagens da compatibilização de projetos

Compatibilização de projetos é um termo que no ramo da construção civil é essencial para que a obra se realize da melhor forma possível. As engenharias e a arquitetura possuem papel fundamental para que uma obra saia do papel, e na atual situação econômica do pais, a mais barata possível. A escolha desse tema deve-se a quantidade de projetos que uma construção precisa para sair do papel já que em uma obra pode-se encontrar projetos arquitetônicos, topográficos, hidrossanitários, elétrico, combate à incêndio, estrutural, entre vários outros.

O investimento para que uma construção tenha a etapa de planejamento inserida no planejamento muitas vezes pode ser alta, em torno de 1% a 1,5% do valor, logo os investidores e gerentes não preparados não pensam duas vezes para descartar essa fase. Um grande erro, já que isso pode significar um prejuízo de 5% a 10% do mesmo valor. Por isso a ENGETOP trouxe como tema as vantagens da compatibilização de projetos.

O que é compatibilização de projetos?

De maneira geral, a compatibilização consiste em sobrepor da melhor forma possível todos os projetos necessários para uma obra, sejam eles hidráulico, elétrico, arquitetônico, entre outros. A principal função da compatibilização é reduzir ou até mesmo eliminar as interferências físicas e perdas de funcionalidade de uma edificação, o que ocasiona retrabalho no canteiro de obras, racionalização de materiais e tempo de obra.

Vantagens da compatibilização de projetos

Como já foi dito anteriormente é fundamental um certo investimento em cima da compatibilização de projetos para evitar grandes sustos, porém essa compatibilização pode trazer outras vantagens, as 4 principais podem ser:

Prevenção
Consiste basicamente em prever os problemas e rever soluções, ainda na fase de projeto, e garantir que não haja retrabalho no canteiro de obras e assim o custo da obra se mantenha. Isso fica evidente no gráfico abaixo em que mostra a origem dos problemas de uma obra, cerca de 45% vem da concepção e projetos.

Origens do problema da obra (MOTTEU; CONDE,1989, apud BELEM, 2015)

Orçamento
Depois de realizada a compatibilização de todos os projetos, inclusive arquitetônico, permite-se que o orçamento da obra seja feito com um valor mais próximo do real e não de forma estimativa. Essa compatibilização garante não só um trabalho de qualidade como a satisfação do cliente final, já que nenhum cliente quer pagar a mais.

Arquitetura x Engenharia

O projeto arquitetônico possui sim a mesma importância dos outros projetos de engenharia. Na etapa de compatibilização de projeto muito se pensa nas engenharias e muitas vezes esquecem do arquitetônico – que possuem papel fundamental de tornar o sonho do cliente em realidade na elaboração de uma obra – o que torna a edificação incompleta.

Tempo
O tempo é uma variável que nenhum arquiteto ou engenheiro esquece ou quer prolonga-lo já que perder tempo pode ser sinônimo de perda de dinheiro. Por isso muitos pulam a etapa da compatibilização de projetos por falta de informação de achar que pode ser uma perda de dinheiro, mas não é já que o ganhos são muito maiores.

Vantagens da reutilização da água pluvial

Em meio a uma crise turbulenta a palavra “Economia” se faz bem-vinda a todo momento. Existem vários tipos de economia, aquelas mais pontuais e outras que se tornam mais duradouras. Um bom exemplo de uma economia pontual seria em uma obra, onde o acúmulo de pequenas ações gera uma economia significativa. Já uma economia duradoura, à longo prazo, seria o reaproveitamento da água pluvial das residências que gera uma redução de gastos ao decorrer do tempo.

O assunto do artigo de hoje será sobre esse último exemplo, o uso eficiente da água em edificações para que se tornem mais sustentáveis. A ENGETOP trará 4 dicas para se atentar ao realizar um Projeto Hidráulico com foco no aproveitamento da água pluvial para as residências.

1) Índice pluviométrico e Área de coleta

O primeiro passo para se realizar um bom projeto, e peça chave para isso, é analisar a região em que a edificação se encontra, pois isso definirá qual o índice pluviométrico* correspondente ao local do projeto em questão. Dessa forma, descobriremos se vale a pena ou não estar utilizando o sistema de reaproveitamento de água pluvial.

Outro fator importante é a área de coleta, no caso, a área do telhado. Existe por trás disso tudo, um cálculo – por isso a importância da realização do Projeto – para saber se aquele telhado, em períodos de chuva, conseguirá coletar uma determinada quantidade de água necessária para manter a edificação “sadia”. Vale lembrar que sempre há a perda de uma porcentagem dessa água na prática, seja pela ação da evaporação, ou para o caso de ocorrer algum tipo de infiltração.

*Índice pluviométrico: é uma medida em milímetros, resultado do somatório da quantidade da precipitação de água num determinado local durante um dado período de tempo.

2) Tratamento de água para reuso

A filtragem e o tratamento de água dos reservatórios muitas vezes é posto de lado, mas é sim de fundamental importância, pois, a depender da maneira de como será feito a reutilização da água, precisará que ela se mantenha limpa e inodora. Em certos casos, numa residência comum, a alimentação, banho ou lavatório, representam cerca de 35 a 40% do consumo de água, sendo o resto de aproximadamente 60%, usado para descargas em bacia sanitária, lavagem de roupa, irrigação do jardim e piscina, que podem ser facilmente atendidos pela água de chuva com um tratamento mínimo de filtração e desinfecção.

Pensando nessa linha, uma alternativa muito válida utilizada pela ENGETOP, é a instalação de calhas e condutores com filtros com sistema de decantação simples, caixas de areia, tudo isso com a finalidade de se realizar uma espécie de pré-filtragem. Isso se deve ao fato de que é muito comum o depósito de material orgânico, folhas e galhos na cobertura das edificações. As caixas de areia têm por finalidade reter os resíduos sólidos e/ou flutuantes e fazerem se separar da água, que poderá enfim, ser encaminhadas para cisternas, onde poderão receber o tratamento devido com cloração se for o desejo do cliente.

3) Conexões estratégicas

Essa dica é muito importante e os outros fatores já citados precisam ser levados em consideração quando for pensado nas conexões estratégicas. Antes de mais nada, as conexões estratégicas são aparelhos que serão conectados a esse sistema de água pluvial como por exemplo: máquinas de lavar, bacias sanitárias, tanques de lavar roupa, conexões externas como mangueiras, regador automático, etc.

Essas conexões precisam ser bem pensadas por alguns motivos. O primeiro deles é a falta de água ou o tamanho da residência, pois de nada adianta fazer essa conexão em diversos aparelhos se no uso cotidiano o reservatório não conseguir suprir todos eles. Dessa forma, se faz necessário a ciência de qual o tamanho do reservatório que será utilizado e principalmente qual o índice pluviométrico da região, ou seja, qual a capacidade de água poderá ser coletada. Outro fator é o odor presente na água, se o reservatório não for bem cuidado ele pode gerar mau odor, por motivos bioquímicos, logo levar essa água a bacias sanitárias e máquinas de lavar pode ser ruim de alguma forma, tanto no conforto quanto na preservação da saúde dos residentes presentes nessa Edificação.

4) Custo-benefício

Como já foi dito no início do texto esse tipo de sistema é uma economia a longo prazo, porém cada caso é um caso, precisa ser avaliado minuciosamente para conseguir avaliar o custo-benefício do projeto como um todo. Para isso teria que analisar o orçamento e quantitativo do projeto e procurar saber em quanto tempo aquele projeto trará um retorno e avaliar se vale a pena realizá-lo ou não. A melhor opção a se procurar, capaz de buscar essa solução, seria nada mais do que um engenheiro ou arquiteto, para que assim trace o melhor caminho.

As Vantagens da Parceria Comercial

No ramo da engenharia e arquitetura em tempos de crise, recessão econômica e de muita instabilidade política fechar contratos está mais difícil sim. Por isso as parcerias comerciais estão cada vez mais comuns e sendo vistas como a melhor opção para vencer essas barreiras, além disso podem ser uma excelente opção estratégica de crescimento e ótima oportunidade de conquistar novos mercados.

Geralmente, as parcerias comerciais acontecem com empresas que produzem produtos ou serviços complementares para que assim uma consiga suprir a necessidade da outra – uma alternativa barata e de menor risco para a empresa.

É com foco em superar a crise e em buscar soluções mais fáceis e práticas, que as parcerias comerciais estão ganhando cada vez mais espaço, principalmente em mercados mais retraídos como o da Construção Civil. As parcerias agregam valor ao produto e dão uma solução mais completa para o cliente.

Vantagens das parcerias comerciais

Aumento na Carta de Serviços

Na engenharia ou arquitetura perder um cliente por não conseguir fazer um projeto completo talvez seja uma das piores sensações, mas que podem ser facilmente contornáveis através das parcerias comerciais. Um dos maiores benefícios que uma parceria pode trazer é o aumento da gama de áreas de atuação, principalmente quando o assunto é: produtos complementares. E a melhor parte é que os dois por serem especialistas no que fazem, com certeza farão um projeto final de qualidade e com um prazo reduzido, por estarem trabalhando em duas frentes.

Melhor posicionamento da marca

Com uma boa relação de parceria, sua marca ficará muito mais exposta no mercado. E com a circulação maior de seu nome e de seu bom trabalho, mais pessoas chegarão até você em busca de seus bons serviços. Na engenharia e arquitetura essa é uma excelente forma de ganhar o mercado já que muitas dessas empresas sobrevivem à base do boca a boca e a confiança no trabalho é essencial para tais indicações.

Fortalecimento perante os clientes

Em uma parceria comercial os principais beneficiados são os clientes que obtêm inúmeras vantagens, como o acesso a um conjunto mais diversificado de mercadorias e serviços, com maior qualidade, menor prazo, mais canais para a distribuição e a compra dos produtos a preços mais baixos em função da maior concorrência. Além de não ter que buscar inúmeras empresas para resolver um problema.

Lembre-se

Sempre que se decide pela parceria, é importante estar atento à negociação. É através dela que as partes delimitam seu campo de atuação, definem as responsabilidades e trabalham na exposição de ideias, propósitos ou interesses, visando ao melhor resultado possível para ambas as partes. A clareza nas informações é essencial para uma parceria de sucesso em que ambas as partes saem ganhando.

Empresas Juniores, potenciais parceiros

As empresas juniores tem ganhado cada vez mais espaço no mercado, isso advém da persistência em querer se capacitar e de se preparar para o mercado de trabalho daqueles que fazem parte do Movimento Empresa Júnior.

A parceria com as empresas juniores se mostram muito vantajosas, pois são empresas sem fins lucrativos em que o objetivo maior é a capacitação daqueles que fazem parte. Com isso prezam pela alta qualidade e preços abaixo do mercado dos serviços que prestam. Porém você se pergunta: “Como os serviços podem ser de alta qualidade?” a qualidade dos serviços vem do auxílio dos mais renomados profissionais da área que possuem apenas um intuito: ajudar a serem melhores profissionais no futuro. Tornando as Empresas Juniores um excelente opção de custo-benefício no mercado.

5 Maneiras de economizar em uma obra

“Construir é muito caro”, “Não vou reformar, está tudo muito caro” e “A crise está forte” são frases que atualmente tem sido muito ouvidas por arquitetos ou engenheiros quando seus clientes desistem de uma construção ou uma reforma. Porém com um bom planejamento e algumas dicas, isso pode ser facilmente contornável para que a questão financeira não seja mais um problema. A ENGETOP traz para você, através desse artigo, cinco maneiras de economizar em uma obra, que devem estar atrelados no planejamento de uma reforma ou construção.

1) Bom orçamento e quantitativo

“Orçamento é a parte de um plano financeiro estratégico que compreende a previsão de receitas e despesas futuras para a administração de determinado exercício.” Apesar de orçamento, pela definição, aparentar algo simples ele na realidade não é. Para a elaboração de um bom orçamento é necessário ter um bom conhecimento do quanto o cliente está disposto a gastar, conhecer bem o projeto, e tentar ser bem fidedigno ao valor de um determinado material.

Orçamento e quantitativo de forma geral é um projeto em que, através de um projeto arquitetônico, faz todo um levantamento da quantidade de material – quantitativo – que será necessário para a obra, como piso, janelas, argamassa, tubulações, fios e etc. Com esses dados se elabora a parte orçamentária da obra em que pega a quantidade e multiplica pelo valor do preço daquela determinado produto. E por fim uni os dois em um, formando de fato um projeto de Orçamento e Quantitativo.

Um dos maiores problemas de uma obra é quando o quantitativo e orçamento são deixados de lado ou feitos sem prezar pela sua qualidade, pois ter um documento em que diz o quanto será gasto e qual a quantidade necessária a se comprar é fundamental para evitar sustos no meio da obra e desperdícios no final. Sem dúvidas eles são a peça chave para se economizar em uma obra, seja ela qual for, reforma ou construção.

2) Ter projeto em mãos

Em uma obra é necessário ter um guia em mãos, saber para onde caminhar. Essa analogia se faz presente em um bom projeto, essa é a sua função básica, guiar uma obra. De nada adianta ter um bom especialista, uma boa mão-de-obra qualificada e um bom orçamento sem, de fato, ter um bom projeto.

As vantagens de um projeto são muitas para ambas as partes: cliente e empresa. Para a empresa nada melhor do que um cliente satisfeito com que foi alinhado saindo do papel, já para o cliente um bom projeto traz confiança, facilidades para uma reforma futura e até mesmo trazer menos custos para a obra, já que é muito mais fácil mudar uma parede no projeto do que depois de construída.

3) Evitar desperdícios

5% costuma ser a média de desperdício que uma obra costuma ter, parece ser pouco, mas em tempos de crise ou com orçamento curto acaba pesando muito. Além de um bom orçamento e quantitativo é necessário pensar em alguns outros pontos com o intuito de se evitar desperdícios, para isso elaboramos duas listas que devem se atentar em uma obra, uma lista voltada para a gestão e outra para os materiais:

GESTÃO:

• Armazenamento e transporte de materiais:

O material tem que ser bem armazenado para não perde-lo. Na hora de guardar, certifique-se de que esse procedimento seja realizado da forma correta, por exemplo se o cimento for deixado a céu aberto pode estragar com a chuva. Tijolos e telhas devem ser guardados em pilhas, além disso, precisam estar protegidos tanto da ação da chuva quanto do sol forte.

A areia para preparar a argamassa (cimento, areia e água) geralmente é transportada em carrinhos ou latas. Se o monte de areia estiver perto do local onde for preparada a argamassa, evita-se perda no caminho. Um material mais delicado deve ser transportado em carrinho de mão também, para que eles não quebrem.

• Manter a ideia inicial:

Esse ponto é de extrema importância e ratifica a ideia de se ter um projeto e um bom arquiteto e engenheiro na obra. Colocar uma parede a mais, sala virar quarto, demolir uma parede são coisas que se não tiverem bem planejadas em um projeto e em um orçamento podem gerar muita dor de cabeça, seja financeiramente ou esteticamente. Por isso é muito importante que o projeto seja muito bem pensando levantando todas as opções para que durante a obra se mude o mínimo.

MATERIAL:

• Comprar somente o necessário:

Não compre tudo de uma vez, o ideal é adquirir o material aos poucos, de acordo com o que for necessário durante a obra. Desse jeito, eventuais mudanças pontuais no projeto – bastante comuns na construção – não vão gerar desperdício, ou ao menos reduzi-los. Outro fator importante é que ao armazenar em grande quantidade, o material ainda pode ser danificado, por exemplo, materiais frágeis como azulejos e cerâmicas devem ser comprados mais próximo da data que vão ser usados, já que possuem alto risco de quebra.

• Material de boa qualidade:

Escolher o material adequado para o seu tipo de obra e uso é muito importante. Você pode fazer o telhado ruir se usar uma madeira de baixa qualidade. Fique de olho na qualidade. Nem sempre o material mais barato deixa a obra – como um todo – mais barata. Prefira os materiais certificados.

• Reaproveite:

Saber reaproveitar material e móveis é um jeito inteligente de evitar desperdícios, revestir um bom móvel pode ser mais interessante do que comprar outro, reutilizar uma porta de vidro para ser transformada em uma janela, entre outros. Com relação ao material da obra, em vez de jogar fora todos os resíduos, separe o material que pode ser reciclado ou reutilizado. Cuide para que sejam depositados na mesma lata e não sejam confundidos com o entulho.

4) Mão de obra qualificada

O que mais pode gerar dor de cabeça durante uma obra é a má escolha de uma mão de obra (pedreiro, marceneiro, pintor…). Caso a escolha seja ruim poderá acarretar em gastos excessivos por diversos fatores como: desleixo com o material comprado, entregas muito fora do prazo, desentendimento com o administrador da obra entre outros problemas.

Para se evitar isto existem, normalmente, dois caminhos a serem seguidos. A contratação com base na indicação ou por conta própria, através de pesquisas com empresas da área. Sem dúvidas o primeiro caminho é o melhor, pois você terá um feedback fidedigno sobre o trabalho do contratado. Porém caso você opte pela segunda opção, recomenda-se seguir duas regras básicas: conferir as referências (tentar visitar as obras realizadas é até melhor) e entrevistá-lo antes de contratar.

Para prevenir problemas com entregas fora do prazo – lembrando que isso irá resultar no aumento dos custos da obra – negocie antes com aqueles que irão executa-la. O ideal é que o pagamento seja condicionado com cumprimento de determinadas etapas e prazos.

5) Contratar um engenheiro ou arquiteto

Antes de começar qualquer obra é importante ter em mente a necessidade de se ter um profissional competente para executar, administrar, ou mais que isso, planejar a obra. A princípio pode se parecer um custo a mais, desnecessário, mas para que os outros quesitos acima sejam cumpridos com excelência precisa sim de um bom profissional para fazer esse planejamento.

“80% dos brasileiros fazem obra sem arquiteto ou engenheiro”, realmente um número grande, daí você se pergunta: “Todas as casas que já visitei esteticamente são bonitas”, mas sempre reflita: Será que aquela casa não ficou mais cara do que ela realmente é? Será que a estética não acabou mascarando o funcional da casa, no caso, uma arrumação melhor dos objetos? Será que aquela parede torta, era para ser torta? Não se iluda com a estética, o engenheiro e o arquiteto estão presentes na sociedade para solucionar os problemas de uma obra da melhor forma possível, para que assim todos saiam satisfeitos.

Cerimônia de Posse 2016

No dia 17 de março aconteceu mais um momento marcante na ENGETOP, a Cerimônia de Posse da nova gestão de 2016.

A mesa de abertura da Cerimônia se fez composta por alguns de nossos parceiros, que apoiam a ENGETOP em todos os momentos.Da esquerda para a direita: Luis Edmundo Campos (Coordenador da câmara de Civil do CREA-BA), Rute Carvalhal (Presidente da ABENC-BA), Juçara Leão Tanajura (Diretora do SIDUSCON-BA), Amarílio da Silva Mattos (Presidente do IBAPE-BA), Iago Vieira (Diretor Presidente da ENGETOP na gestão 2015) e Edgard Mendes (Diretor Presidente da ENGETOP na gestão 2016).

Nossa parceira Viviane Lobo da FINESTRA Arquitetura & Interiores fez um discurso sobre sua experiência na indicação de projetos para a ENGETOP, momento no qual retomou a qualidade e compromisso da empresa.

Um momento marcante foi o de homenagens feitas pela ENGETOP aos seus orientadores – pessoas que atuam de forma significativa na empresa -, outra homenagem foi o que nosso antigo Diretor Presidente, Iago Vieira, fez ao antigo CONAD (Conselho Administrativo da ENGETOP) momento de muita emoção.

A Cerimônia de Posse da ENGETOP nada mais é do que um momento simbólico de transição das diretorias da empresa. É um marco no ano já que demonstra um alto grau de maturidade, evidente nos resultados mostrados durante o evento – 47 contratos fechados, 48 projetos finalizados sendo 9 sociais com 100% dos clientes satisfeitos -, entre outros. Isso mostra o quanto estamos tangenciando a nossa missão de desenvolver futuros engenheiros capazes de empreender melhores soluções para a sociedade.

Confira quem são os novos diretores:

• Diretor Presidente – Edgard Mendes;

• Diretor Vice-Presidente – Murilo Allan;

• Diretora de Projetos – Maria Luiza Ferraz;

• Diretora de Gestão de Pessoas – Beatriz Faria;

• Diretor Administrativo-Financeiro – Pedro Paulo Amorim;

• Diretor de Marketing – Gustavo Leal;

• Conselho Administrativo – Iago Vieira, Gabriela Almeida, Lucas Bitencourt.

Confira as fotos do evento abaixo:

Sua chance de se tornar um colaborador da ENGETOP !

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo ENGETOP 2016,1! Você que é estudante de Engenharia Civil da UFBA, podendo ser desse semestre 2016,1, não perca a oportunidade de se diferenciar, estar próximo da prática do seu curso e ter a oportunidade de empreender!

Para se inscrever acesse o link: http://bit.ly/engetops ou inscreva-se na nossa Sede (Escola Politécnica, 6º andar).

Esperamos você para fazer parte da nossa equipe!

ENGETOP realiza mais uma parceria!

A ENGETOP fechou mais uma parceria promissora. Na reunião de hoje, que contou com a presença de Dan Maior, representando o parceiro, Gustavo Leal, Gerente de Negócios da ENGETOP e Iago Vieira, nosso Diretor Presidente, fechamos com o Emprelab – Laboratório de Empreendedores.
É uma grande satisfação poder contar agora com a proximidade de grandes empreendedores em uma instituição tão inovadora!

Comissão de educação aprova projeto de lei das empresas juniores

Agora há pouco, no início da tarde dessa quarta-feira, 12, a comissão de educação da Câmara dos deputados federais aprovou o projeto de lei que visa normatizar a atuação das empresas juniores. Em sessão plenária na capital federal, Brasília, o projeto foi aprovado por unanimidade. O momento contou com presença maciça de empresários juniores, oriundos de diversas regiões do país, que vibraram intensamente com a aprovação unânime do projeto.

A partir da esq., Victor Casagrande, da Confederação Brasileira de Empresas Juniores, Dilvo Ilvo Ristoff, do MEC, Dorinha Seabra, deputada federal (DEM), Alessandro Marques, da Brasil Júnior e João Glicério, doutor em direito público. (Foto: Letícia Medeiros/Brasil Júnior).

“(com a aprovação) Será possível pleitear com maior facilidade o reconhecimento das empresas dentro das instituições de ensino, além de garantir espaço físico, orientação em projetos e reconhecimento de carga horária dos professores orientadores” – afirma Victor Casagrande, Presidente da Brasil Júnior – Confederação Brasileira de empresas juniores.

O projeto de lei foi proposto no ano passado pelo senador José Agripino (DEM-RN) e está em pauta no Congresso Nacional desde março.

“Muitas empresas juniores não sabiam o que poderia significar a lei, mas nos últimos três anos foram mobilizadas. A aprovação é um estímulo para que novas surjam”, disse Agripino à Folha de S. Paulo.

A Bahia se fez presente nesse momento especial. Representantes da Diretoria Executiva da UNIJr-BA – Federação baiana de empresas juniores foram a Brasília e acompanharam de perto todo o momento especial.

A ENGETOP também fez questão de enviar representantes para a câmara, em Brasília. Iago Vieira, diretor Presidente e Danilo Morais, conselheiro (foto abaixo) puderam sentir a emoção da aprovação de perto.

Foto: Assessoria / ENGETOP

“Foi de arrepiar! O sentimento de orgulho e felicidade tomou conta de todos os empresários juniores presentes. Muita emoção e muita relevância para o futuro do movimento empresa júnior e do país”, disse Iago Vieira, visivelmente emocionado.

Agora o projeto vai para a Comissão de Justiça e, caso aprovado, vai para o Senado, que pode deixar a decisão nas mãos da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff. Enquanto isso, quase 10 mil empresários juniores, divididos em mais de 250 empresas, continuam impactando na economia e, principalmente, na formação de melhores pessoas para o país.

Para conhecer melhor o projeto de lei e acompanhá-lo, acesse: Projeto de lei 8084/2014 – empresas juniores e apoie essa causa!