Entenda um projeto com Sinalização de Emergência

A Sinalização de Segurança contra Incêndio e Pânico tem como objetivo reduzir o risco de ocorrência de incêndio, alertando para os riscos existentes e garantindo que sejam adotadas medidas adequadas à situações de risco, que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio.

Para a realização deste tipo de projeto, a alocação da sinalização deverá estar de acordo com a Instrução Técninca Nº 20/2017 – Sinalização de Emergência do Corpo de Bombeiros Militar do Estado da Bahia. É importante destacar que todas as realizações neste tipo de projeto, deverá estar em consideração a Instrução Técnica citada.

1. Classificação da Sinalização

A sinalização de segurança contra incêndio e pânico é classificada em sinalização básica e complementar.

1.1. Sinalização Básica

A sinalização básica é constituída por quatro categorias, de acordo com a sua função, descritas a seguir:

a) Sinalização de proibição, cuja função é proibir ou coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento;

b) Sinalização de alerta, cuja função é alertar para áreas e materiais com potencial risco;

c) Sinalização de orientação e salvamento, cuja função é indicar as rotas de saída e ações necessárias para o seu acesso;

d) Sinalização de equipamentos de combate e alarme, cuja função é indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndio disponíveis.

Obs.: As sinalizações c) e d) devem apresentar efeito fotoluminescente.

Os recintos destinados a reunião de público sem aclaramento natural ou artificial suficiente para permitir acúmulo de energia no elemento fotoluminescente das sinalizações de saída devem possuir sinalização iluminada com indicação de saída (mensagem escrita e/ou símbolo correspondente), sem prejuízo ao sistema de iluminação de emergência de aclaramento de ambiente.

1.2. Sinalização Complementar

A sinalização complementar é composta por faixas de cor ou mensagens, devendo ser empregadas nas seguintes situações:

a) Indicação continuada de rotas de saída;

b) Indicação de obstáculos e riscos de utilização das rotas de saída, como pilares, arestas de paredes, vigas etc.;

c) Mensagens escritas específicas que acompanham a sinalização básica, onde for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo;

d) Demarcações de áreas.

OBS: A sinalização complementar do tipo C1 deve ser sempre na medida 200mm x 70 mm.

2. Passo-a-Passo: Implantação

Os diversos tipos de sinalização de segurança contra incêndio e pânico devem ser implantados em função de características específicas de uso e dos riscos, bem como em função de necessidades básicas para a garantia da segurança contra incêndio na edificação.

A princípio, a sinalização básica deve estar presente em qualquer tipo de edificação onde são exigidas, por norma ou regulamentação, saídas de emergência de uso coletivo e instalação de equipamentos e sistemas de proteção contra incêndio.

Para aprender mais sobre a sinalização de emergência e sobre a sua implementação, clique no botão abaixo e tenha o nosso manual de Sinalização de Emergência.

Comissão de educação aprova projeto de lei das empresas juniores

Agora há pouco, no início da tarde dessa quarta-feira, 12, a comissão de educação da Câmara dos deputados federais aprovou o projeto de lei que visa normatizar a atuação das empresas juniores. Em sessão plenária na capital federal, Brasília, o projeto foi aprovado por unanimidade. O momento contou com presença maciça de empresários juniores, oriundos de diversas regiões do país, que vibraram intensamente com a aprovação unânime do projeto.

A partir da esq., Victor Casagrande, da Confederação Brasileira de Empresas Juniores, Dilvo Ilvo Ristoff, do MEC, Dorinha Seabra, deputada federal (DEM), Alessandro Marques, da Brasil Júnior e João Glicério, doutor em direito público. (Foto: Letícia Medeiros/Brasil Júnior).

“(com a aprovação) Será possível pleitear com maior facilidade o reconhecimento das empresas dentro das instituições de ensino, além de garantir espaço físico, orientação em projetos e reconhecimento de carga horária dos professores orientadores” – afirma Victor Casagrande, Presidente da Brasil Júnior – Confederação Brasileira de empresas juniores.

O projeto de lei foi proposto no ano passado pelo senador José Agripino (DEM-RN) e está em pauta no Congresso Nacional desde março.

“Muitas empresas juniores não sabiam o que poderia significar a lei, mas nos últimos três anos foram mobilizadas. A aprovação é um estímulo para que novas surjam”, disse Agripino à Folha de S. Paulo.

A Bahia se fez presente nesse momento especial. Representantes da Diretoria Executiva da UNIJr-BA – Federação baiana de empresas juniores foram a Brasília e acompanharam de perto todo o momento especial.

A ENGETOP também fez questão de enviar representantes para a câmara, em Brasília. Iago Vieira, diretor Presidente e Danilo Morais, conselheiro (foto abaixo) puderam sentir a emoção da aprovação de perto.

Foto: Assessoria / ENGETOP

“Foi de arrepiar! O sentimento de orgulho e felicidade tomou conta de todos os empresários juniores presentes. Muita emoção e muita relevância para o futuro do movimento empresa júnior e do país”, disse Iago Vieira, visivelmente emocionado.

Agora o projeto vai para a Comissão de Justiça e, caso aprovado, vai para o Senado, que pode deixar a decisão nas mãos da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff. Enquanto isso, quase 10 mil empresários juniores, divididos em mais de 250 empresas, continuam impactando na economia e, principalmente, na formação de melhores pessoas para o país.

Para conhecer melhor o projeto de lei e acompanhá-lo, acesse: Projeto de lei 8084/2014 – empresas juniores e apoie essa causa!

#Notícias

As Vantagens da Parceria Comercial

No ramo da engenharia e arquitetura em tempos de crise, recessão econômica e de muita instabilidade política fechar contratos está mais difícil sim. Por isso as parcerias comerciais estão cada vez mais comuns e sendo vistas como a melhor opção para vencer essas barreiras, além disso podem ser uma excelente opção estratégica de crescimento e ótima oportunidade de conquistar novos mercados.

Geralmente, as parcerias comerciais acontecem com empresas que produzem produtos ou serviços complementares para que assim uma consiga suprir a necessidade da outra – uma alternativa barata e de menor risco para a empresa.

É com foco em superar a crise e em buscar soluções mais fáceis e práticas, que as parcerias comerciais estão ganhando cada vez mais espaço, principalmente em mercados mais retraídos como o da Construção Civil. As parcerias agregam valor ao produto e dão uma solução mais completa para o cliente.

Vantagens das parcerias comerciais

Aumento na Carta de Serviços

Na engenharia ou arquitetura perder um cliente por não conseguir fazer um projeto completo talvez seja uma das piores sensações, mas que podem ser facilmente contornáveis através das parcerias comerciais. Um dos maiores benefícios que uma parceria pode trazer é o aumento da gama de áreas de atuação, principalmente quando o assunto é: produtos complementares. E a melhor parte é que os dois por serem especialistas no que fazem, com certeza farão um projeto final de qualidade e com um prazo reduzido, por estarem trabalhando em duas frentes.

Melhor posicionamento da marca

Com uma boa relação de parceria, sua marca ficará muito mais exposta no mercado. E com a circulação maior de seu nome e de seu bom trabalho, mais pessoas chegarão até você em busca de seus bons serviços. Na engenharia e arquitetura essa é uma excelente forma de ganhar o mercado já que muitas dessas empresas sobrevivem à base do boca a boca e a confiança no trabalho é essencial para tais indicações.

Fortalecimento perante os clientes

Em uma parceria comercial os principais beneficiados são os clientes que obtêm inúmeras vantagens, como o acesso a um conjunto mais diversificado de mercadorias e serviços, com maior qualidade, menor prazo, mais canais para a distribuição e a compra dos produtos a preços mais baixos em função da maior concorrência. Além de não ter que buscar inúmeras empresas para resolver um problema.

Lembre-se

Sempre que se decide pela parceria, é importante estar atento à negociação. É através dela que as partes delimitam seu campo de atuação, definem as responsabilidades e trabalham na exposição de ideias, propósitos ou interesses, visando ao melhor resultado possível para ambas as partes. A clareza nas informações é essencial para uma parceria de sucesso em que ambas as partes saem ganhando.

Empresas Juniores, potenciais parceiros

As empresas juniores tem ganhado cada vez mais espaço no mercado, isso advém da persistência em querer se capacitar e de se preparar para o mercado de trabalho daqueles que fazem parte do Movimento Empresa Júnior.

A parceria com as empresas juniores se mostram muito vantajosas, pois são empresas sem fins lucrativos em que o objetivo maior é a capacitação daqueles que fazem parte. Com isso prezam pela alta qualidade e preços abaixo do mercado dos serviços que prestam. Porém você se pergunta: “Como os serviços podem ser de alta qualidade?” a qualidade dos serviços vem do auxílio dos mais renomados profissionais da área que possuem apenas um intuito: ajudar a serem melhores profissionais no futuro. Tornando as Empresas Juniores um excelente opção de custo-benefício no mercado.

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Vantagens da reutilização da água pluvial

Em meio a uma crise turbulenta a palavra “Economia” se faz bem-vinda a todo momento. Existem vários tipos de economia, aquelas mais pontuais e outras que se tornam mais duradouras. Um bom exemplo de uma economia pontual seria em uma obra, onde o acúmulo de pequenas ações gera uma economia significativa. Já uma economia duradoura, à longo prazo, seria o reaproveitamento da água pluvial das residências que gera uma redução de gastos ao decorrer do tempo.

O assunto do artigo de hoje será sobre esse último exemplo, o uso eficiente da água em edificações para que se tornem mais sustentáveis. A ENGETOP trará 4 dicas para se atentar ao realizar um Projeto Hidráulico com foco no aproveitamento da água pluvial para as residências.

1) Índice pluviométrico e Área de coleta

O primeiro passo para se realizar um bom projeto, e peça chave para isso, é analisar a região em que a edificação se encontra, pois isso definirá qual o índice pluviométrico* correspondente ao local do projeto em questão. Dessa forma, descobriremos se vale a pena ou não estar utilizando o sistema de reaproveitamento de água pluvial.

Outro fator importante é a área de coleta, no caso, a área do telhado. Existe por trás disso tudo, um cálculo – por isso a importância da realização do Projeto – para saber se aquele telhado, em períodos de chuva, conseguirá coletar uma determinada quantidade de água necessária para manter a edificação “sadia”. Vale lembrar que sempre há a perda de uma porcentagem dessa água na prática, seja pela ação da evaporação, ou para o caso de ocorrer algum tipo de infiltração.

*Índice pluviométrico: é uma medida em milímetros, resultado do somatório da quantidade da precipitação de água num determinado local durante um dado período de tempo.

2) Tratamento de água para reuso

A filtragem e o tratamento de água dos reservatórios muitas vezes é posto de lado, mas é sim de fundamental importância, pois, a depender da maneira de como será feito a reutilização da água, precisará que ela se mantenha limpa e inodora. Em certos casos, numa residência comum, a alimentação, banho ou lavatório, representam cerca de 35 a 40% do consumo de água, sendo o resto de aproximadamente 60%, usado para descargas em bacia sanitária, lavagem de roupa, irrigação do jardim e piscina, que podem ser facilmente atendidos pela água de chuva com um tratamento mínimo de filtração e desinfecção.

Pensando nessa linha, uma alternativa muito válida utilizada pela ENGETOP, é a instalação de calhas e condutores com filtros com sistema de decantação simples, caixas de areia, tudo isso com a finalidade de se realizar uma espécie de pré-filtragem. Isso se deve ao fato de que é muito comum o depósito de material orgânico, folhas e galhos na cobertura das edificações. As caixas de areia têm por finalidade reter os resíduos sólidos e/ou flutuantes e fazerem se separar da água, que poderá enfim, ser encaminhadas para cisternas, onde poderão receber o tratamento devido com cloração se for o desejo do cliente.

3) Conexões estratégicas

Essa dica é muito importante e os outros fatores já citados precisam ser levados em consideração quando for pensado nas conexões estratégicas. Antes de mais nada, as conexões estratégicas são aparelhos que serão conectados a esse sistema de água pluvial como por exemplo: máquinas de lavar, bacias sanitárias, tanques de lavar roupa, conexões externas como mangueiras, regador automático, etc.

Essas conexões precisam ser bem pensadas por alguns motivos. O primeiro deles é a falta de água ou o tamanho da residência, pois de nada adianta fazer essa conexão em diversos aparelhos se no uso cotidiano o reservatório não conseguir suprir todos eles. Dessa forma, se faz necessário a ciência de qual o tamanho do reservatório que será utilizado e principalmente qual o índice pluviométrico da região, ou seja, qual a capacidade de água poderá ser coletada. Outro fator é o odor presente na água, se o reservatório não for bem cuidado ele pode gerar mau odor, por motivos bioquímicos, logo levar essa água a bacias sanitárias e máquinas de lavar pode ser ruim de alguma forma, tanto no conforto quanto na preservação da saúde dos residentes presentes nessa Edificação.

4) Custo-benefício

Como já foi dito no início do texto esse tipo de sistema é uma economia a longo prazo, porém cada caso é um caso, precisa ser avaliado minuciosamente para conseguir avaliar o custo-benefício do projeto como um todo. Para isso teria que analisar o orçamento e quantitativo do projeto e procurar saber em quanto tempo aquele projeto trará um retorno e avaliar se vale a pena realizá-lo ou não. A melhor opção a se procurar, capaz de buscar essa solução, seria nada mais do que um engenheiro ou arquiteto, para que assim trace o melhor caminho.

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5 Maneiras de economizar em uma obra

“Construir é muito caro”, “Não vou reformar, está tudo muito caro” e “A crise está forte” são frases que atualmente tem sido muito ouvidas por arquitetos ou engenheiros quando seus clientes desistem de uma construção ou uma reforma. Porém com um bom planejamento e algumas dicas, isso pode ser facilmente contornável para que a questão financeira não seja mais um problema. A ENGETOP traz para você, através desse artigo, cinco maneiras de economizar em uma obra, que devem estar atrelados no planejamento de uma reforma ou construção.

1) Bom orçamento e quantitativo

“Orçamento é a parte de um plano financeiro estratégico que compreende a previsão de receitas e despesas futuras para a administração de determinado exercício.” Apesar de orçamento, pela definição, aparentar algo simples ele na realidade não é. Para a elaboração de um bom orçamento é necessário ter um bom conhecimento do quanto o cliente está disposto a gastar, conhecer bem o projeto, e tentar ser bem fidedigno ao valor de um determinado material.

Orçamento e quantitativo de forma geral é um projeto em que, através de um projeto arquitetônico, faz todo um levantamento da quantidade de material – quantitativo – que será necessário para a obra, como piso, janelas, argamassa, tubulações, fios e etc. Com esses dados se elabora a parte orçamentária da obra em que pega a quantidade e multiplica pelo valor do preço daquela determinado produto. E por fim uni os dois em um, formando de fato um projeto de Orçamento e Quantitativo.

Um dos maiores problemas de uma obra é quando o quantitativo e orçamento são deixados de lado ou feitos sem prezar pela sua qualidade, pois ter um documento em que diz o quanto será gasto e qual a quantidade necessária a se comprar é fundamental para evitar sustos no meio da obra e desperdícios no final. Sem dúvidas eles são a peça chave para se economizar em uma obra, seja ela qual for, reforma ou construção.

2) Ter projeto em mãos

Em uma obra é necessário ter um guia em mãos, saber para onde caminhar. Essa analogia se faz presente em um bom projeto, essa é a sua função básica, guiar uma obra. De nada adianta ter um bom especialista, uma boa mão-de-obra qualificada e um bom orçamento sem, de fato, ter um bom projeto.

As vantagens de um projeto são muitas para ambas as partes: cliente e empresa. Para a empresa nada melhor do que um cliente satisfeito com que foi alinhado saindo do papel, já para o cliente um bom projeto traz confiança, facilidades para uma reforma futura e até mesmo trazer menos custos para a obra, já que é muito mais fácil mudar uma parede no projeto do que depois de construída.

3) Evitar desperdícios

5% costuma ser a média de desperdício que uma obra costuma ter, parece ser pouco, mas em tempos de crise ou com orçamento curto acaba pesando muito. Além de um bom orçamento e quantitativo é necessário pensar em alguns outros pontos com o intuito de se evitar desperdícios, para isso elaboramos duas listas que devem se atentar em uma obra, uma lista voltada para a gestão e outra para os materiais:

GESTÃO:

• Armazenamento e transporte de materiais:

O material tem que ser bem armazenado para não perde-lo. Na hora de guardar, certifique-se de que esse procedimento seja realizado da forma correta, por exemplo se o cimento for deixado a céu aberto pode estragar com a chuva. Tijolos e telhas devem ser guardados em pilhas, além disso, precisam estar protegidos tanto da ação da chuva quanto do sol forte.

A areia para preparar a argamassa (cimento, areia e água) geralmente é transportada em carrinhos ou latas. Se o monte de areia estiver perto do local onde for preparada a argamassa, evita-se perda no caminho. Um material mais delicado deve ser transportado em carrinho de mão também, para que eles não quebrem.

• Manter a ideia inicial:

Esse ponto é de extrema importância e ratifica a ideia de se ter um projeto e um bom arquiteto e engenheiro na obra. Colocar uma parede a mais, sala virar quarto, demolir uma parede são coisas que se não tiverem bem planejadas em um projeto e em um orçamento podem gerar muita dor de cabeça, seja financeiramente ou esteticamente. Por isso é muito importante que o projeto seja muito bem pensando levantando todas as opções para que durante a obra se mude o mínimo.

MATERIAL:

• Comprar somente o necessário:

Não compre tudo de uma vez, o ideal é adquirir o material aos poucos, de acordo com o que for necessário durante a obra. Desse jeito, eventuais mudanças pontuais no projeto – bastante comuns na construção – não vão gerar desperdício, ou ao menos reduzi-los. Outro fator importante é que ao armazenar em grande quantidade, o material ainda pode ser danificado, por exemplo, materiais frágeis como azulejos e cerâmicas devem ser comprados mais próximo da data que vão ser usados, já que possuem alto risco de quebra.

• Material de boa qualidade:

Escolher o material adequado para o seu tipo de obra e uso é muito importante. Você pode fazer o telhado ruir se usar uma madeira de baixa qualidade. Fique de olho na qualidade. Nem sempre o material mais barato deixa a obra – como um todo – mais barata. Prefira os materiais certificados.

• Reaproveite:

Saber reaproveitar material e móveis é um jeito inteligente de evitar desperdícios, revestir um bom móvel pode ser mais interessante do que comprar outro, reutilizar uma porta de vidro para ser transformada em uma janela, entre outros. Com relação ao material da obra, em vez de jogar fora todos os resíduos, separe o material que pode ser reciclado ou reutilizado. Cuide para que sejam depositados na mesma lata e não sejam confundidos com o entulho.

4) Mão de obra qualificada

O que mais pode gerar dor de cabeça durante uma obra é a má escolha de uma mão de obra (pedreiro, marceneiro, pintor…). Caso a escolha seja ruim poderá acarretar em gastos excessivos por diversos fatores como: desleixo com o material comprado, entregas muito fora do prazo, desentendimento com o administrador da obra entre outros problemas.

Para se evitar isto existem, normalmente, dois caminhos a serem seguidos. A contratação com base na indicação ou por conta própria, através de pesquisas com empresas da área. Sem dúvidas o primeiro caminho é o melhor, pois você terá um feedback fidedigno sobre o trabalho do contratado. Porém caso você opte pela segunda opção, recomenda-se seguir duas regras básicas: conferir as referências (tentar visitar as obras realizadas é até melhor) e entrevistá-lo antes de contratar.

Para prevenir problemas com entregas fora do prazo – lembrando que isso irá resultar no aumento dos custos da obra – negocie antes com aqueles que irão executa-la. O ideal é que o pagamento seja condicionado com cumprimento de determinadas etapas e prazos.

5) Contratar um engenheiro ou arquiteto

Antes de começar qualquer obra é importante ter em mente a necessidade de se ter um profissional competente para executar, administrar, ou mais que isso, planejar a obra. A princípio pode se parecer um custo a mais, desnecessário, mas para que os outros quesitos acima sejam cumpridos com excelência precisa sim de um bom profissional para fazer esse planejamento.

“80% dos brasileiros fazem obra sem arquiteto ou engenheiro”, realmente um número grande, daí você se pergunta: “Todas as casas que já visitei esteticamente são bonitas”, mas sempre reflita: Será que aquela casa não ficou mais cara do que ela realmente é? Será que a estética não acabou mascarando o funcional da casa, no caso, uma arrumação melhor dos objetos? Será que aquela parede torta, era para ser torta? Não se iluda com a estética, o engenheiro e o arquiteto estão presentes na sociedade para solucionar os problemas de uma obra da melhor forma possível, para que assim todos saiam satisfeitos.

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Vantagens do Reaproveitamento de Águas Pluviais

Em tempos de crise como a que vivemos, a palavra da moda é Economia. Seja economicamente falando como também no melhor aproveitamento dos recursos, poupar é a tendência no mundo contemporânea e cada vez mais a busca de otimização dos recursos é almejada, inclusive sendo incentivadas por prefeituras no abatimento de contas de água e luz. No artigo de hoje vamos falar de um projeto responsável pela economia de até 50% da conta de água além de ajudar na escassez da água que, segundo a ONU pode atingir dois terços da população até o ano de 2050.

A região de Salvador possui um clima tropical e tem uma média de 2000mm de chuva no ano, com épocas que passam de mais de 300mm por mês. Além disso, possui uma constância de chuva ao longo do ano, dessa forma, a região é mais que propícia à instalação de um sistema que possa fazer a captação de águas da chuva.

A vantagem de um projeto de captação de águas pluviais são diversas. Ambientalmente falando, a instalação pode diminuir o volume de água que se destina ao esgoto público, evitando dessa forma um alagamento de vias e enchentes de rios e lagos, podendo ser reaproveitada para equipamentos que mais gastam água em casa: bacia sanitária e torneira de jardim. A bacia sanitária por descarga pode gastar 6 litros de água, que caso venha da rede abastecimento do município, poderia ser melhor aproveitada para cozinhar alimentos ou até consumo próprio. Com um projeto de captação de águas pluviais, esses 6L por descarga seria ocupado pelas águas pluviais, ou qualquer outro uso “menos nobre”, ou seja, que não seja para consumir, cozinhar e lavar o corpo.

Economicamente falando, ao substituir o uso da rede de abastecimento pelo sistema de captação de águas pluviais, o valor na conta de água cai consideravelmente, além de incentivos de prefeituras onde abatem um certo valor do IPTU, como o programa municipal de Salvador: o IPTU Verde, que concede um desconto de até 10% no valor do imposto. Todas essas economias, com pouco tempo, podem compensar o investimento inicial.

O projeto consiste no planejamento da melhor alocação de calhas para poder aproveitar o máximo possível de água da chuva que escorre pelo telhado, além disso, também há a ligação para que o sistema de captação trabalhe em conjunto com o projeto de água e esgoto do imóvel sem perda de eficiência de nenhuma instalação. Dimensão de reservatórios para a quantidade de chuva média para a região e alocação de pontos para filtragem da água.

O Projeto de Captação de Águas Pluviais pode ser adaptado a qualquer realidade, seja na cidade ou em ambiente rural, seja casa ou edifícios, o importante é que, além da economia gerada pela implantação do sistema, você também pode ajudar com a futura escassez de água no futuro.

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Previsão de Cargas o primeiro passo para um Projeto Elétrico

Uma das mais primeiras e mais importantes partes da realização de um projeto elétrico é a compreensão do espaço a ser trabalho e a demanda exigida pelo mesmo, isso é conhecido como Previsão de Cargas.

Previsão de Cargas

Essa etapa, ao ser feita com qualidade, reduzirá riscos de haver uma quantidade de pontos alocados que sejam inferior a necessidade mínima que aquele cômodo estará exigindo.

A Previsão de cargas trata-se de uma definição das cargas que serão instaladas no Projeto. A mesma deve ser realizada de acordo com as
solicitações do cliente ou com o uso da edificação ou cômodo. Para isso a ENGETOP utiliza uma planilha com a aba “Previsão de Cargas”. Uma vez preenchida essa planilha fornecerá os números mínimos de pontos de iluminação e de tomadas a serem alocadas em cada tipo de cômodo.

Para o preenchimento da planilha são necessários a área e o perímetro do cômodo em análise – Utilizar comando “AA” do Autocad. Dessa forma

a previsão de cargas definirá a quantidade de pontos de tomadas e iluminação assim como a potência dos pontos.

Essa planilha, pode ser obtida gratuitamente. Aproveite essa oportunidade! Basta clicar no botão abaixo!

Entenda um projeto com Sinalização de Emergência

A Sinalização de Segurança contra Incêndio e Pânico tem como objetivo reduzir o risco de ocorrência de incêndio, alertando para os riscos existentes e garantindo que sejam adotadas medidas adequadas à situações de risco, que orientem as ações de combate e facilitem a localização dos equipamentos e das rotas de saída para abandono seguro da edificação em caso de incêndio.

Para a realização deste tipo de projeto, a alocação da sinalização deverá estar de acordo com a Instrução Técninca Nº 20/2017 – Sinalização de Emergência do Corpo de Bombeiros Militar do Estado da Bahia. É importante destacar que todas as realizações neste tipo de projeto, deverá estar em consideração a Instrução Técnica citada.

1. Classificação da Sinalização

A sinalização de segurança contra incêndio e pânico é classificada em sinalização básica e complementar.

1.1. Sinalização Básica

A sinalização básica é constituída por quatro categorias, de acordo com a sua função, descritas a seguir:

a) Sinalização de proibição, cuja função é proibir ou coibir ações capazes de conduzir ao início do incêndio ou ao seu agravamento;
b) Sinalização de alerta, cuja função é alertar para áreas e materiais com potencial risco;
c) Sinalização de orientação e salvamento, cuja função é indicar as rotas de saída e ações necessárias para o seu acesso;
d) Sinalização de equipamentos de combate e alarme, cuja função é indicar a localização e os tipos de equipamentos de combate a incêndio disponíveis.

Obs.: As sinalizações c) e d) devem apresentar efeito fotoluminescente.
Os recintos destinados a reunião de público sem aclaramento natural ou artificial suficiente para permitir acúmulo de energia no elemento fotoluminescente das sinalizações de saída devem possuir sinalização iluminada com indicação de saída (mensagem escrita e/ou símbolo correspondente), sem prejuízo ao sistema de iluminação de emergência de aclaramento de ambiente.

1.2. Sinalização Complementar
A sinalização complementar é composta por faixas de cor ou mensagens, devendo ser empregadas nas seguintes situações:

a) Indicação continuada de rotas de saída;
b) Indicação de obstáculos e riscos de utilização das rotas de saída, como pilares, arestas de paredes, vigas etc.;
c) Mensagens escritas específicas que acompanham a sinalização básica, onde for necessária a complementação da mensagem dada pelo símbolo;
d) Demarcações de áreas.

OBS: A sinalização complementar do tipo C1 deve ser sempre na medida 200mm x 70 mm.

2. Passo-a-Passo: Implantação

Os diversos tipos de sinalização de segurança contra incêndio e pânico devem ser implantados em função de características específicas de uso e dos riscos, bem como em função de necessidades básicas para a garantia da segurança contra incêndio na edificação.

A princípio, a sinalização básica deve estar presente em qualquer tipo de edificação onde são exigidas, por norma ou regulamentação, saídas de emergência de uso coletivo e instalação de equipamentos e sistemas de proteção contra incêndio.

Para aprender mais sobre a sinalização de emergência e sobre a sua implementação, clique no botão abaixo e tenha o nosso manual de Sinalização de Emergência.

A Importância da Acessibilidade na Engenharia Civil

Segundo o Ministério da Saúde o termo acessibilidade significa incluir a pessoa com deficiência na participação de atividades como o uso de produtos, serviços e informações. Alguns exemplos são os prédios com rampas de acesso para cadeira de rodas e banheiros adaptados para deficientes.

Em um país em que o número de pessoas com algum tipo de deficiência seja ela visual, auditiva ou motora, entra cada vez mais em pauta a necessidade de um país mais justo e acessível.

Hoje segundo o IBGE, cerca de 24% da população brasileira possuem alguma deficiência e essa fatia da população pode ser mais participativa na sociedade e mercado, desde que haja a correta adaptação dos ambientes.

Tratar de acessibilidade, é permitir que essas pessoas com algum tipo de dificuldade de locomoção, sejam conectadas e se sintam acolhidas para fazer parte da sociedade, é um assunto importante e que merece cuidado principalmente no ramo da Engenharia.

Pensando nisso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), criou em 1985 a norma 9050, que define os aspectos relacionados à acessibilidade no meio urbano.

Por meio dela, são estabelecidos critérios e parâmetros técnicos que devem ser observados na construção e instalação de edificações, espaços e equipamentos urbanos, para o melhoramento das condições de inclusão.

Aqui em baixo, segue algumas regras estabelecidas pela norma, que podem ser esclarecedoras para o funcionamento de um espaço.

Área de transferência

  1. A área de transferência deve ter no mínimo as dimensões da pessoa de referência, de forma que devem ser garantidas as condições de deslocamento e manobra para o posicionamento da pessoa de referência junto ao local de transferência.

  2. A altura do assento do local para o qual for feita a transferência deve ser semelhante à do assento da cadeira de rodas.

  3. Nos locais de transferência, devem ser instaladas barras de apoio, nas situações previstas pela norma.

  4. Para a realização da transferência, deve ser garantido um ângulo de alcance que permita a execução adequada das forças de tração e compressão.

Equipamentos de informações

As informações essenciais aos espaços nas edificações, no mobiliário, nos espaços e equipamentos urbanos devem ser sinalizadas de forma visual, tátil ou sonora, no mínimo conforme tabela.

Sinalização visual de degraus

Todo degrau ou escada deve ter sinalização visual na borda do piso, em cor contrastante com a do acabamento, medindo entre 0,02 m e 0,03 m de largura. Essa sinalização pode estar restrita à projeção dos corrimãos laterais, com no mínimo 0,20 m de extensão.

Desníveis

Desníveis de qualquer natureza devem ser evitados em rotas acessíveis. Eventuais desníveis no piso de até 5 mm não demandam tratamento especial. Desníveis superiores a 5 mm até 15 mm devem ser tratados em forma de rampa, com inclinação máxima de 1:2 (50%), conforme figura 76. Desníveis superiores a 15 mm devem ser considerados como degraus e ser sinalizados.

Rampas

As rampas devem ter inclinação de acordo com os limites estabelecidos na tabela 5. Para inclinação entre 6,25% e 8,33% devem ser previstas áreas de descanso nos patamares, a cada 50 m de percurso.

Com isso tudo, entendemos que o papel de um engenheiro na construção de uma cidade, é permitir e planejar que existam espaços mais acolhedores, que não segreguem pessoas por meio de suas dificuldades, que dessa forma sejam criados mais e melhores projetos de acessibilidade e assim tornando o Brasil, um país mais acessível.