5 dicas para escolha do melhor revestimentos para sua casa

Mármore, Granito, Quartzito… Com tantos tipos de rochas como escolher a melhor para a minha obra? São tantas variedades de cores, composição, textura e resistência no mercado que fica até difícil escolher um revestimento para fazer parte da nossa casa, porém em escolhas como essa não podemos nos levar pela emoção, porque nem tudo que é bonito é a sua melhor opção e pode se tornar a sua dor de cabeça de amanhã.

Pensando nisso, esse artigo traz cinco dicas de materiais para facilitar a sua decisão e ajudar na escolha da melhor rocha para a sua necessidade.

A primeira é fácil de encontrar dentro de residências, principalmente usada em bancadas, pisos e pias, o Mármore. Isso com certeza é motivado por sua beleza e sensação de limpeza que ela possui. Porém, com esses fins, o mármore pode causar alguns transtornos e até mesmo decepcionar o comprador uma vez que, por sua constituição ser baseada em calcário, ele apresenta baixa resistência mecânica e é altamente reativo a ácidos e químicos, possuindo maior facilidade em absorver água e escurecer. Ou seja, de maneira pragmática, em banheiros, bancadas e chãos o mármore não deve ser empregado, contudo essa rocha pode durar por muito mais tempo se usada como decoração e revestimento nas paredes.

Muito comparado com o mármore pelo aspecto visual, o Granito possui uma resistência mecânica muito maior. Por isso, é uma rocha mais durável ao desgaste mecânico. O Granito também possui uma elevada resistência à abrasão, ou seja, o uso de materiais de limpeza muito agressivos e até a poluição não o desgasta.

Outro ponto positivo para o uso do Granito é o custo, seu preço é muito mais em conta no mercado se comparado principalmente com o mármore, se tornando uma rocha bem acessível. Por essas razões o granito é muito indicado para os locais aonde o mármore não possui uma boa performance como em bancadas, banheiros e chãos, além também de ter um bom desempenho em paredes e fachadas.

O Sienito é uma rocha relativamente rara, porém muito comum no litoral brasileiro. Sua composição baseada em Ortoclásio e Quartzo fornece ao Sienito uma alta resistência mecânica e uma baixa porosidade, porém deixa a desejar na resistência à abrasão. Sendo assim o seu uso é recomendado apenas no uso de áreas internas, onde possui uma grande circulação, mas não sofre com as intempéries externas, como chuvas.

Partindo para a nossa quarta dica, o Arenito é uma rocha sedimentar composta por grãos de quartzo, calcário ou feldspato, fornecendo ao arenito uma composição com resistência suficiente para o uso em pisos internos, mas ainda assim ele normalmente recebe polimento e rejunte de granilite para poder aumentar ainda mais o seu desempenho, podendo ser usado também em áreas externas.

A nossa última dica fala sobre o Quartizito. Sua composição é basicamente quartzo e a maneira mais fácil de diferencia-los é pela cor, o quartzo possui uma variedade imensa de cores, indo de transparente até violeta, já o Quartizito não possui tamanha gama de cores, sendo mais encontrado em cores leves, como branco ou bege.

Mas o que realmente importa são suas propriedades: possui alta resistência mecânica, e um antiderrapante natural, o que o torna ideal para áreas externas. Sua alta resistência a produtos químicos faz com que você fique despreocupado caso algum produto de limpeza agressivo caia nele, pois a rocha irá permanecer sem nenhuma mancha. A propriedade que o deixa como a melhor escolha para revestimento em áreas externas é a resistência ao aquecimento do sol, uma vez que o Quartizito não sofre nenhum dano por conta disso, sendo ideal para piscinas e arredores de áreas molhadas.

Com ajuda a hora de decorar e escolher o melhor revestimento para a sua casa será menos preocupante e, além da beleza que esses materiais proporcionam, sua escolha pode ainda fazer com que o revestimento ou bancada dure por muito mais tempo, acabando com a dor de cabeça e ainda fazendo você economizar com eventuais manutenções.

Gostou do artigo? Você pode acessar nossos outros materiais no site, fique ligado para novas dicas.

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4 Vantagens da compatibilização de projetos

Compatibilização de projetos é um termo que no ramo da construção civil é essencial para que a obra se realize da melhor forma possível. As engenharias e a arquitetura possuem papel fundamental para que uma obra saia do papel, e na atual situação econômica do pais, a mais barata possível. A escolha desse tema deve-se a quantidade de projetos que uma construção precisa para sair do papel já que em uma obra pode-se encontrar projetos arquitetônicos, topográficos, hidrossanitários, elétrico, combate à incêndio, estrutural, entre vários outros.

O investimento para que uma construção tenha a etapa de planejamento inserida no planejamento muitas vezes pode ser alta, em torno de 1% a 1,5% do valor, logo os investidores e gerentes não preparados não pensam duas vezes para descartar essa fase. Um grande erro, já que isso pode significar um prejuízo de 5% a 10% do mesmo valor. Por isso a ENGETOP trouxe como tema as vantagens da compatibilização de projetos.

O que é compatibilização de projetos?

De maneira geral, a compatibilização consiste em sobrepor da melhor forma possível todos os projetos necessários para uma obra, sejam eles hidráulico, elétrico, arquitetônico, entre outros. A principal função da compatibilização é reduzir ou até mesmo eliminar as interferências físicas e perdas de funcionalidade de uma edificação, o que ocasiona retrabalho no canteiro de obras, racionalização de materiais e tempo de obra.

Vantagens da compatibilização de projetos

Como já foi dito anteriormente é fundamental um certo investimento em cima da compatibilização de projetos para evitar grandes sustos, porém essa compatibilização pode trazer outras vantagens, as 4 principais podem ser:

Prevenção

Consiste basicamente em prever os problemas e rever soluções, ainda na fase de projeto, e garantir que não haja retrabalho no canteiro de obras e assim o custo da obra se mantenha. Isso fica evidente no gráfico abaixo em que mostra a origem dos problemas de uma obra, cerca de 45% vem da concepção e projetos.

Origens do problema da obra (MOTTEU; CONDE,1989, apud BELEM, 2015)

Orçamento

Depois de realizada a compatibilização de todos os projetos, inclusive arquitetônico, permite-se que o orçamento da obra seja feito com um valor mais próximo do real e não de forma estimativa. Essa compatibilização garante não só um trabalho de qualidade como a satisfação do cliente final, já que nenhum cliente quer pagar a mais.

Arquitetura x Engenharia

O projeto arquitetônico possui sim a mesma importância dos outros projetos de engenharia. Na etapa de compatibilização de projeto muito se pensa nas engenharias e muitas vezes esquecem do arquitetônico – que possuem papel fundamental de tornar o sonho do cliente em realidade na elaboração de uma obra – o que torna a edificação incompleta.

Tempo

O tempo é uma variável que nenhum arquiteto ou engenheiro esquece ou quer prolonga-lo já que perder tempo pode ser sinônimo de perda de dinheiro. Por isso muitos pulam a etapa da compatibilização de projetos por falta de informação de achar que pode ser uma perda de dinheiro, mas não é já que o ganhos são muito maiores.

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A Importância da Acessibilidade na Engenharia Civil

Segundo o Ministério da Saúde o termo acessibilidade significa incluir a pessoa com deficiência na participação de atividades como o uso de produtos, serviços e informações. Alguns exemplos são os prédios com rampas de acesso para cadeira de rodas e banheiros adaptados para deficientes.

Em um país em que o número de pessoas com algum tipo de deficiência seja ela visual, auditiva ou motora, entra cada vez mais em pauta a necessidade de um país mais justo e acessível.

Hoje segundo o IBGE, cerca de 24% da população brasileira possuem alguma deficiência e essa fatia da população pode ser mais participativa na sociedade e mercado, desde que haja a correta adaptação dos ambientes.

Tratar de acessibilidade, é permitir que essas pessoas com algum tipo de dificuldade de locomoção, sejam conectadas e se sintam acolhidas para fazer parte da sociedade, é um assunto importante e que merece cuidado principalmente no ramo da Engenharia.

Pensando nisso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), criou em 1985 a norma 9050, que define os aspectos relacionados à acessibilidade no meio urbano.

Por meio dela, são estabelecidos critérios e parâmetros técnicos que devem ser observados na construção e instalação de edificações, espaços e equipamentos urbanos, para o melhoramento das condições de inclusão.

Aqui em baixo, segue algumas regras estabelecidas pela norma, que podem ser esclarecedoras para o funcionamento de um espaço.

Área de transferência

  1. A área de transferência deve ter no mínimo as dimensões da pessoa de referência, de forma que devem ser garantidas as condições de deslocamento e manobra para o posicionamento da pessoa de referência junto ao local de transferência.
  2. A altura do assento do local para o qual for feita a transferência deve ser semelhante à do assento da cadeira de rodas.
  3. Nos locais de transferência, devem ser instaladas barras de apoio, nas situações previstas pela norma.
  4. Para a realização da transferência, deve ser garantido um ângulo de alcance que permita a execução adequada das forças de tração e compressão.

Equipamentos de informações

As informações essenciais aos espaços nas edificações, no mobiliário, nos espaços e equipamentos urbanos devem ser sinalizadas de forma visual, tátil ou sonora, no mínimo conforme tabela.

Sinalização visual de degraus

Todo degrau ou escada deve ter sinalização visual na borda do piso, em cor contrastante com a do acabamento, medindo entre 0,02 m e 0,03 m de largura. Essa sinalização pode estar restrita à projeção dos corrimãos laterais, com no mínimo 0,20 m de extensão.

Desníveis

Desníveis de qualquer natureza devem ser evitados em rotas acessíveis. Eventuais desníveis no piso de até 5 mm não demandam tratamento especial. Desníveis superiores a 5 mm até 15 mm devem ser tratados em forma de rampa, com inclinação máxima de 1:2 (50%), conforme figura 76. Desníveis superiores a 15 mm devem ser considerados como degraus e ser sinalizados.

Rampas

As rampas devem ter inclinação de acordo com os limites estabelecidos na tabela 5. Para inclinação entre 6,25% e 8,33% devem ser previstas áreas de descanso nos patamares, a cada 50 m de percurso.

Com isso tudo, entendemos que o papel de um engenheiro na construção de uma cidade, é permitir e planejar que existam espaços mais acolhedores, que não segreguem pessoas por meio de suas dificuldades, que dessa forma sejam criados mais e melhores projetos de acessibilidade e assim tornando o Brasil, um país mais acessível.

ENGETOP realiza mais uma parceria!

A ENGETOP fechou mais uma parceria promissora. Na reunião de hoje, que contou com a presença de Dan Maior, representando o parceiro, Gustavo Leal, Gerente de Negócios da ENGETOP e Iago Vieira, nosso Diretor Presidente, fechamos com o Emprelab – Laboratório de Empreendedores.

É uma grande satisfação poder contar agora com a proximidade de grandes empreendedores em uma instituição tão inovadora!

#Notícias

5 Benefícios do Uso da Energia Solar

Apesar de estar muito longe de se comparar com energia provinda de hidroelétricas, a energia solar já é realidade no Brasil e seu uso é o ramo que mais cresce no Brasil. Sua proposta é transformar a energia dos raios de Sol em energia elétrica comum que se usa no dia a dia em casa. Por ser renovável, esse sistema oferece diversos benefícios tanto para o bolso do consumidor como também contribuindo para um meio ambiente mais saudável.

Sua instalação não tem muitos contraindicações e pode ser utilizado mesmo em áreas mais remotas onde a distribuidora ainda não chegou com sua rede. Além disso, grandes bancos oferecem linhas de créditos para pessoas físicas e jurídicas afim de fomentar a geração de energias limpas mais acessível à todos.

A seguir conheça 5 benefícios relacionados com o uso da energia solar:

Sustentabilidade:

Como primeiro benefício não podemos deixar de destacar o caráter ambiental do uso dessa tecnologia. Em tempos onde cada vez mais termos como “consciência ambiental” e “políticas verdes”, o uso desse tipo de geração de energia faz uso de uma fonte renovável e totalmente limpa: o Sol. Além de ser ilimitada e natural, a produção de energia através do Sol não produz nenhum tipo de gás que intensifique o efeito estufa.

Durabilidade:

O seu sistema não possui partes móveis, como hélices e motores, fazendo com que sua manutenção seja a mínima possível. Seus equipamentos são projetados para suportar situações extremas, podendo chegar a mais de 30 anos de uso em bom estado.

Economia:

Na sociedade de hoje todo investimento precisa de uma retorno, quanto mais favorável para o cliente mais propício ele fica de fechar o negócio, e dessa maneira a energia gerada a partir do sistema de placas fotovoltaicas pode ser 100% do consumo do local, afetando diretamente a conta de energia. E em tempos de Bandeiras Amarelas e Vermelhas, esse sistema pode causar uma economia de até 95% na conta de luz.

Créditos de Energia:

Suponha que você produza mais energia do que o que foi consumido no mês. Esse excedente pode ser destinado a rede de distribuição de energia e você ganha créditos na energia, ou seja, você teria um consumo “gratuito”, que podem ser usados em dias com menos incidências de Sol.

Valorização do Imóvel:

Apesar de não ter um retorno tão rápido do investimento – considerando apenas a economia que provoca na conta de luz – a instalação do sistema de energia solar pode contribuir para a valorização na venda do imóvel. Um estudo realizado pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley da Califórnia nos Estados Unidos, compradores aceitaram pagar até 15 mil dólares a mais em residências com o sistema já instalado.

Na hora de se realizar um projeto de energia fotovoltaica, deve-se considerar a incidência de luz solar na região para um planejamento melhor da área de cobertura. Para edificações já construídas podem ser necessárias algumas adaptações para melhor orientação das placas.

Engenharia Sustentável e Seus Conceitos

“Engenharia em contexto, engenharia com uma consciência, engenharia para um planeta finito com futuro indefinido”

-Benoit Cushman-Roisin

O que é engenharia sustentável?

Engenharia Sustentável é levar os conceitos de meio-ambiente e tecnologia em conjunto, sempre buscando suas interações com a sociedade e economia, evitando que problemas de uma área sejam transferidos para outra. Sustentabilidade, de forma geral, significa viver bem dentro dos limites do nosso ambiente, e mais que nunca os Engenheiros precisam encontrar soluções holísticas e efetivas para proteger os sistemas fundamentais à nossa vida e, ao mesmo tempo, suprir as necessidades de uma população crescente.

Engenharia sustentável deve ser baseada em princípios que fundam o desenvolvimento sustentável. Formando uma ponte entre o “design”, a ideia de como prover uma solução que possa ser mantida para um problema técnico, e a implementação e produção. Os princípios de Engenharia Sustentável devem ser aplicados desde o início do projeto e aumentar gradualmente, criando conscientização e um caminho benigno para o meio ambiente durante o processo. Dessa forma, esses princípios devem ser levados em conta em decisões tanto para pesquisas quanto em projetos para a sociedade e orçamentos de pesquisas tecnológicas.

Já houveram diversas tentativas de formular princípios de Engenharia Sustentável feitas por instituições acadêmicas e industriais, e todas as aplicáveis caem no triângulo de valores Ambiental-Social-Econômico. A ideia é justamente chegar a um balanço em qualquer solução de engenharia. Se um projeto de engenharia beneficia um desses aspectos, mas negligencia os outros, temos um ciclo de tensão, instabilidade e problemas a longo prazo, especialmente em projetos complexos.

Aqui estão alguns dos aspectos que diferenciam a forma sustentável e a tradicional na Engenharia:

Esses princípios demonstram como, de forma geral, é possível criar processos e, principalmente, estruturas que gerem saídas materiais para a sociedade, enfatizando a importância do uso adequado das tecnologias para regular o desenvolvimento sustentável em busca da melhor saída possível.

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Inundações Urbanas e como evitá-las

A população urbana mundial tem crescido consideravelmente ao longo dos anos. No início do século não passava de 16% e no final já é previsto que 50% da população mundial resida em áreas urbanas. Nos países em desenvolvimento esse processo é ainda mais acelerado, chegando a uma taxa de crescimento de 5% ao ano. No Brasil esse cenário chega a 80% da população se encontrando em área urbana, nas chamadas Regiões Metropolitanas.

O crescimento no país foi desordenado depois da década de 60, o que gerou regiões com infra-estrutura bastante defasadas ou inexistentes, interferindo diretamente no abastecimento de água, transporte e tratamento de esgoto e drenagem pluviais.

Justamente por essa desordem, as enchentes hoje são problemas comuns enfrentados em áreas urbanas, seja pela urbanização em si como também por ocupação de terrenos inadequados.

No processo no ciclo hidrológico natural, a água da chuva que não for retida pela vegetação infiltra-se no solo de maneira lentamente, podendo formar aquíferos e posteriormente alimentar nascentes, lagos, rios, pântanos, entre outros. Dessa forma, os níveis de enchentes naturais são mais previsíveis.

O desenvolvimento urbano traz uma impermeabilização desenfreada do solo por conta de telhados, ruas, calçadas, entre outro, e são destinadas a dutos para que possa ser realizado o escoamento. Esse volume que anteriormente era adsorvido de maneira espalhada, passa a exigir uma maior capacidade de escoamento, aumentando a vazão máxima.

Quando um loteamento é projetado, os municípios exigem um projeto eficiente para drenar a água do loteamento. O impacto causado no aumento da vazão muitas vezes não é considerado não elaboração desse projeto. Com uma urbanização acelerada e desorganizada o poder público fica incapaz de ampliar a capacidade da macrodrenagem ocasionando a sobrecarga da drenagem secundário (condutos pela cidade) ocasionando uma inundação.

É possível achar diversas maneiras para tentar contornar essa situação de cheias urbanas como uso de pavimentos porosos, armazenamento em telhados, poços subterrâneos, a própria reutilização das águas pluviais.

Você pode saber um pouco mais sobre as vantagens da reutilização da água pluvial com nosso outro artigo clicando aqui

Além de uma adequada drenagem de águas pluviais, é necessário também uma correta destinação do esgoto residencial, necessitando que sigam todos as normas técnicas para que não seja depositados em qualquer local já que o saneamento reduz, em média, 55% da mortalidade infantil.

Você pode fazer sua parte ao contratar um serviço hidrossanitário com a ENGETOP, diminuindo seu impacto no meio ambiente afim de evitar enchentes e inundações em áreas urbanas. Saiba mais sobre nosso Projeto Hidrossanitário.

Problemas Causadas pelas Chuvas

As épocas de chuva na capital baiana podem trazer à tona problemas bastante custosos aos proprietários de imóveis, indo de bolhas, fissuras e infiltrações, até alagamento de cômodos que possuem ralos. Todos esses problemas podem ser prevenidos com simples manutenções ou projetos hidrossanitário bem feitos.

Costuma-se pensar ao construir uma residência que, ao juntar o sistema de esgoto com o de águas pluviais, o valor economizado será vantajoso ao final da obra. Contudo, como resultado da falta de planejamento, fortes chuvas causa alagamento em banheiros e áreas de serviço.

Mas como evitar esse tipo de problema? Todas as construções seguem normas brasileiras e devem atender a requisitos mínimos estabelecidos pela Associação Brasileira de Norma Técnicas. No caso citado, quando ocorrem fortes chuvas, o sistema de tubulações fica sobrecarregado, uma vez que não foi planejado para suportar a quantidade de fluido a que fica submetida. Dessa forma, a água misturada ao esgoto sai por qualquer orifício – que neste caso é o próprio ralo para onde foi escoada. Antes da construção esse problema é fácil de ser evitado quando se elabora projetos hidrossanitário de esgoto e de águas pluviais, dando a correta destinação para os dejetos, e podendo fazer reaproveitamento das águas das chuvas.

Para saber um pouco mais sobre a importância de um sistema de águas pluviais e porque reutilizar, você pode ler o nosso artigo Vantagens da Reutilização de Águas Pluviais:
https://www.engetop.org.br/single-post/2016/05/18/Vantagens-da-reutiliza%C3%A7%C3%A3o-da-%C3%A1gua-pluvial

Outra questão que a chuva traz à tona é que, quando não realizada manutenções preventivas de maneira regular (como desentupir ralos, garantindo a impermeabilização da laje, entre outras formas baratas), problemas como infiltração, fissuras e trincas se mostram de maneira mais agressiva. A partir do momento em que esses problemas surgem, eles podem ser contornados com um estudo do imóvel, aplicando conhecimentos da engenharia que podem identificar os problemas existentes, fazendo com que, assim, as patologias possam ser sanadas, evitando maiores perturbações futuras.

Sua chance de se tornar um colaborador da ENGETOP !

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo ENGETOP 2016,1! Você que é estudante de Engenharia Civil da UFBA, podendo ser desse semestre 2016,1, não perca a oportunidade de se diferenciar, estar próximo da prática do seu curso e ter a oportunidade de empreender!

Para se inscrever acesse o link: http://bit.ly/engetops ou inscreva-se na nossa Sede (Escola Politécnica, 6º andar).

Esperamos você para fazer parte da nossa equipe!

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Previsão de Cargas o primeiro passo para um Projeto Elétrico

Uma das mais primeiras e mais importantes partes da realização de um projeto elétrico é a compreensão do espaço a ser trabalho e a demanda exigida pelo mesmo, isso é conhecido como Previsão de Cargas.

Essa etapa, ao ser feita com qualidade, reduzirá riscos de haver uma quantidade de pontos alocados que sejam inferior a necessidade mínima que aquele cômodo estará exigindo.

A Previsão de cargas trata-se de uma definição das cargas que serão instaladas no Projeto. A mesma deve ser realizada de acordo com as

solicitações do cliente ou com o uso da edificação ou cômodo. Para isso a ENGETOP utiliza uma planilha com a aba “Previsão de Cargas”. Uma vez preenchida essa planilha fornecerá os números mínimos de pontos de iluminação e de tomadas a serem alocadas em cada tipo de cômodo.

Para o preenchimento da planilha são necessários a área e o perímetro do cômodo em análise – Utilizar comando “AA” do Autocad. Dessa forma

a previsão de cargas definirá a quantidade de pontos de tomadas e iluminação assim como a potência dos pontos.

Essa planilha, pode ser obtida gratuitamente. Aproveite essa oportunidade! Basta clicar no botão abaixo!