O que eu preciso para regularizar meu imóvel?

Ter um imóvel com documentação irregular adjunto a prefeitura pode atrapalhar transações importantes como compra e venda ou até mesmo o registro de propriedade. Entenda sobre as penalizações decorrentes da falta de regularização e o que você pode fazer para que seu imóvel esteja de acordo com a lei.

O que é Regularização de Imóveis?

A regulação de imóveis irregulares é um simples processo que visa legalizar construções existentes que não se enquadram ao código de obras ou leis de ocupação uso correto do solo vigentes na cidade.

Alguns dos exemplos de irregularidades mais recorrente nos imóveis está relacionada aos recuos e uso dos imóveis que não atendem as recomendações públicas.

Quaisquer imóveis irregulares ou clandestinos podem sofrer com a fiscalização a qualquer momento e serem autuados com multas e a depender do uso, podem até mesmo serem interditados de seu funcionamento. Regularizar o imóvel pode gerar como benefício a facilidade para financiamentos de reforma, compra e venda.

O que eu preciso para regularizar meu imóvel?

Para regularizar o imóvel são necessárias documentações. A burocracia pode ser minimizada através da elaboração de um projeto por um profissional especializado, habilitado pelo CREA que é o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, ou pelo CAU, Conselho de Arquitetura e Urbanismo Brasileiro que irá coordenar o projeto.

Além de coordenar o projeto, o responsável técnico filiado ao CREA ou CAU deve emitir a ART, que é uma Anotação de Responsabilidade Técnica e servirá como comprovação do profissionalismo atuante naquela edificação.

Para cada tipo de edificação é necessário um tipo de documentação, mas as mais comuns são as: Escritura, que é um documento que comprova a compra do imóvel e válida a posse do comprador; e o Contrato de Compra e Venda, que é um documento de registro formal do acordo de compra e venda firmado entre as partes, comprovando assim a troca de posse dos imóveis.

Qual o problema quando o imóvel está irregular?

Além dos problemas já supracitados como a desvalorização do imóvel, problemas nas transações de compra e venda ou alteração de posse, podemos mencionar as multas e interdições, entenda:

Caso você tenha um imóvel irregular a problemática pode ficar maior que o esperado. Se seu imóvel for utilizado a fins comerciais é possível que, se autuado pela fiscalização o imóvel pode ser fechado até que toda documentação esteja em dia. Caso seu imóvel esteja sendo utilizado a fins residenciais, transações como compra e venda podem ficar mais suscetíveis a golpes.

Você descobriu que o seu imóvel está irregular e não sabe o que fazer? Entre em contato com a ENGETOP e entenda mais sobre regularização de imóveis e seus benefícios!

Qual a necessidade de projetos para uma obra? Entenda sobre.

Construir é mais que levantar tijolos, montar estruturas ou unir elementos. A arte da construção deve ser bem planejada, calculada e assim, segura. Entenda como a existência de um projeto numa obra pode garantir segurança, economia e comodidade para sua obra, além de garantir maior vida útil à sua edificação.

Afinal, o que é um projeto?

Além de direcionadores das obras, os projetos se tratam de uma representação gráfica e planejada de um imóvel. No manual da gestão de projetos mais conhecido, o PMBOK, encontramos a seguinte definição: “Um projeto é um esforço temporário que tem como finalidade um resultado único e possui recursos delimitados. ”

Podem existir projetos sociais, de negócio, de pesquisa, digitais e entre outros. Em suma, nossa vida inteira, até mesmo uma viagem no próximo fim de semana é um projeto. Cada projeto exige diferentes esforços e funcionam de forma diferente gerando um só.

Para a engenharia civil, os projetos não são muito diferentes: representam um planejamento saudável de um imóvel. Entenda sobre a sua importância.

Quais os tipos de projeto na engenharia civil?

Dentro do mundo da construção civil existem cerca de 25 ou mais tipos de projetos, alguns essenciais e outros mais ligados a arquitetura, design, conforto térmico e outros aspectos que constituem o sistema construtivo. Esses projetos estão ligados à saúde prospera da edificação, e também a economia desde as obras até as manutenções.

Observe a lista abaixo:

Qual a sua importância?

É na fase de projetos e construções que decisões importantes são tomadas. Diversos estudos apresentam que a maioria dos problemas e patologias das construções são ocasionados respectivamente nas fases de projeto e planejamento.

Os projetos podem ser considerados os guias de execução da obra, influenciando em decisões de custo e gerenciamento, porém é nessa fase onde ocorrem mais situações de negligenciamento. A falta de um especialista nesta fase compromete a existência de qualidade na construção, pois na fase de projetos a possibilidade de interferência e redução de custos é maior do que durante a execução do projeto em si.

O que pode acontecer caso eu não tenha um projeto?

Problemas comuns ocasionados pela falta de projeto podem ser pequenos mas, muito desconfortáveis durante o dia a dia. Como por exemplo o mal cheiro no banheiro que pode ser ocasionado por uma instalação sanitária mal articulada; ou então pouca água projetada no chuveiro, ocasionando desconforto durante o banho; queda de tensão elétrica dentro de casa que podem ser perceptíveis ao ligar equipamentos mais potentes como chuveiros e micro-ondas, ou algumas lampadas da casa ao mesmo instante e tudo isso é ocasionado por falta de projeto e seus cálculos de dimensionamento e entre muitos outros problemas comuns que se instalam em nossa residencia e geram muita dor de cabeça por falta de um simples projeto.

É importante ressaltar que os projetos além de garantir sua segurança permitem um bem-estar na sua casa e de todos que convivem nela, principalmente em momentos como tais onde o Home-Office é a solução mais segura de trabalho e aqueles que podem permanecem em casa, desfrutando do ambiente.

Agora que você já sabe os perigos de não ter um projeto ou de ter um projeto de baixa qualidade, não esqueça de falar com os especialistas quando pensar em construir e reformar. A ENGETOP projeta a edificação e seus projetos complementares, como os projetos hidrossanitários e elétrico. Conheça nossa carta de serviços através do site, entre em contato e solicite seu projeto.

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Este é um exemplo de post, publicado originalmente como parte da Blogging University. Inscreva-se em um dos nossos 10 programas e comece o seu blog do jeito certo.

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  • Sobre quais assuntos você quer escrever?
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Você não precisa se ater a nada disso. Uma das partes mais interessantes sobre os blogs é que eles evoluem constantemente enquanto aprendemos, crescemos e interagimos uns com os outros, mas é sempre bom saber de onde e por que você começou. Além disso, organizar seus objetivos pode dar ideias para outros posts.

Não sabe por onde começar? Escreva o que vier primeiro à cabeça. Anne Lamott, autora de um livro sobre escrita que amamos, diz que você precisa se permitir escrever um “primeiro esboço ruim”. Anne tem razão. Comece a escrever e se preocupe em editar depois.

Quando estiver tudo pronto para publicar, selecione de três a cinco tags que descrevam o foco do seu blog, como escrita, fotografia, ficção, maternidade, gastronomia, carros, filmes, esportes ou o que for. Essas tags ajudarão as pessoas que se interessam por esses tópicos a encontrar seu blog no Leitor. Não deixe de incluir a tag “zerotohero” para que novos blogueiros também encontrem você.

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Uso da energia em indústrias cimenteiras

O setor terciário da economia, composto pelas áreas de agricultura, indústria e serviços, é caracterizado pelo alto consumo de energia para o seu funcionamento. Em especial as indústrias normalmente tem de 50% a 60% dos seus custos totais apenas com energia. A energia necessária na produção de cimento pode ser dividida em dois tipos: térmica e elétrica. Cerca de 20 a 25% dos custos com energia é da energia térmica, utilizada durante o processo de queima de algum material. Já o consumo da energia elétrica, em plantas cimenteiras modernas, chegam a 110-120kWh por tonelada de cimento.

Na Fábrica de Cimento de Barroso já começam discussões para uso de combustíveis alternativos.

A demanda mundial de cimento em 2005 foi de 2286 milhões de toneladas e a China ficou com 47% desse consumo. Em 5 anos foi previsto um crescimento de 250 milhões de toneladas na demanda de cimento do país. Esse aumento foi inclusive superior ao da União Europeia.

Estoque de cimento em uma loja de material de construção.

Em países industrializados, o consumo de energia na produção de cimento pode chegar a 75% de combustível fóssil e 25% de energia elétrica. A queima de materiais é o que mais consume a energia térmica, como dito anteriormente, chegando a 93% do seu total por combustíveis fósseis, caracterizado em sua maior parte pelo uso do carvão. Já o resto da planta utiliza energia elétrica para rodar o outros processos como moagem, exaustores e motores.

Processo de fabricação do cimento.

O consumo dessas industrias chegam a 15% do total de energia mundial, justamente por isso algumas medidas podem ser tomadas pelas indústrias cimenteiras para que não agridam tanto o ambiente com a liberação do dióxido de carbono na atmosfera pela queima.

O fornos das cimenteiras usam diferentes tipos de combustíveis para poder alcançar as altas temperaturas necessárias para a formação do clinker. Os mais comuns são: carvão, óleos combustíveis, petróleo, gás natural e diesel. Porém, combustíveis alternativos já são utilizados em algumas indústrias cimenteiras pelo mundo. Eles são derivados de misturas de resíduos industriais, municipais e até resíduos perigosos, podendo ser tanto sólidos como líquidos. Alguns exemplos são: serragem e resíduos de madeira, matéria orgânica, esgoto seco e pneus. O uso do pneu se dá porque sua estrutura química não permite uma reciclagem, apenas uma reutilização como combustível, ao invés de deixar acumular.

Protesto contra a alta liberação de CO2 causado pela indústria cimenteira

Paralelo às outras seções na produção, o processamento dos materiais para o cimento consome cerca de 60% da energia total numa indústria de cimento, o que quer dizer que reduções e melhoras feitas nesse setor visando reduzir perda ou “reciclagem” de calor podem gerar resultados muito bons para a redução do uso das matérias primas e, portanto, economia de energia e menos poluentes/resíduos lançados no meio ambiente.

Como foi visto, é possível contornar a situação do consumo de energia em indústrias cimenteiras, com o objetivo de reduzir as emissões associadas a produção de energia. Contudo é necessário um interesse tanto governamental quanto das empresas em adotar essas tecnologias, que apesar de um custo no investimento, possui um retorno relativamente rápido. Dessa forma, faz-se necessário campanhas de conscientização pelas mídias de grande alcance, além da disseminação de informação sobre práticas eficientes de consumo de energia.

Patologias da Construção – Revestimento

Sujeitas a diversas intempéries, as edificações – em especial seus revestimentos – sofrem com fenômenos naturais e a ação do homem. Quando essas interações acontecem, existe a possibilidade de ocorrerem fissuras, rachaduras, trincas e até descolamentos do material que serviria como proteção para a edificação, podendo causar danos severos à estrutura da construção.

Neste artigo, cobrimos as principais causas de desgaste e fissura de revestimentos – desde antes até a execução da obra – e formas de evitar que aconteçam.

Antes de tudo, é imprescindível identificar o que é uma fissura, uma trinca e uma rachadura.

As fissuras são os defeitos mais comuns de revestimentos. São de menor gravidade que as outras e só atingem o externo, o próprio revestimento. Normalmente são alongadas e não ultrapassam 0,5mm de espessura. Ainda que não sejam um problema grande, essas fissuras não podem ser ignoradas e precisam muito cuidado na identificação, já que podem ser o primeiro indicativo de problemas mais graves.

As trincas, entretanto, são mais aprofundadas, com cerca de 0,5mm a 1mm, já atingindo a alvenaria, o que pode indicar o início de um comprometimento da estrutura.

Já as rachaduras, ainda que parecidas com as trincas, são bem mais profundas e largas, podendo chegar a ser maior que 5mm de espessura. Com esse tamanho, já é possível a ocorrência da passagem de luz por ela, seu reparo deve ser feito em caráter de urgência.

Ainda que precauções sejam tomadas, nem sempre é possível evitar o surgimento desses defeitos em edificações. Mesmo que não possam ser extintas, essas ocorrências podem ser prevenidas, dificultando o seu surgimento excepcional ou em grau mais grave. A seguir, as melhores formas de evitar essas patologias na sua edificação.

Antes mesmo de começar uma obra, já começa o processo de prevenção da patologias, com o planejamento do local em que seu projeto será realizado.

O Recalque Diferencial é um fenômeno causado pelo adensamento do solo, muito comum em terrenos instáveis. Descrito como o rebaixamento de porções do solo, ele gera desníveis que causam esforços estruturais inesperados, podendo ser identificado como o maior motivo para o surgimento de rachaduras e trincas nas paredes e estrutura de edificações.

Para evitar esse fenômeno, a realização do projeto de subsolos e das próprias fundações deve ser precedida de minuciosa investigação geológico-geotécnica da área, identificando o perfil do solo e prevendo todas as variáveis envolvidas para o tipo de obra a ser realizado.

O próximo ponto é a escolha dos materiais. Argamassa, concreto ou gesso, por exemplo, são materiais que sofrem com a retração da água perdendo assim o seu volume. Dessa forma, é necessário um acompanhamento de perto por um engenheiro que tenha expertise sobre materiais com maior qualidade e mais adequados para sua obra.

Com uma construção preexistente, é possível identificar esse desnível quando se torna difícil de abrir ou fechar portas e janelas. Esse sinal indica que pode ter ocorrido o fenômeno, tornando necessário um estudo de caso, uma perícia técnica, a ser realizada por um engenheiro antes de qualquer tipo de reforma.

Partindo para execução do projeto, durante a construção devem ser tomadas algumas precauções para que se evite a formação posteriores de fissuras ou trincas nas paredes. Na aplicação do revestimento deve-se sempre molhar a superfície antes da aplicação da argamassa e depois do acabamento. Além disso, deve-se usar a quantidade adequada de água, o suficiente para evitar uma retração significativa com o excesso já que a perda da água por evaporação resulta na diminuição do volume, ou a falta, ambos dando origem a fissuras. Para tal, é novamente necessário um engenheiro qualificado, que saiba todas as proporções indicadas, supervisionando e adequando o processo às necessidades da construção e do local.

Ocupando a segunda posição entre os defeitos mais comuns na construção civil, as trincas e fissuras perdem apenas para problemas com umidade. Sua ocorrência, entretanto, nem sempre afeta a estrutura da edificação, podendo ser resultado da dilatação e contração natural da argamassa. Esse tipo de defeito é frequentemente encontrado nas edificações residenciais e nunca é um bom sinal. Ao encontrar uma fissura na edificação, é necessário observar e acompanhar sua evolução para que possa notar um aumento de tamanho ou até que outras fissuras apareçam em outros pontos do imóvel. Obras ao redor podem contribuir para o aparecimento desses defeitos, então é sempre bom ficar atento caso tenha algum construção na vizinhança ou obra no bairro. Com essas informações, o diagnóstico se torna mais fácil e rápido, evitando futuros transtornos.

#construção #engenharia #civil #engetop #patologia #revestimento #edificação #mancha #fissura #trinca #rachadura

Engenharia na Semana Mundial do Meio Ambiente

É possível aliar o crescimento da tecnologia e desenvolvimento da engenharia com a preservação do Meio Ambiente?

Colocando em pauta a sustentabilidade no ano de 2018, a Semana Mundial do Meio Ambiente foi comemorada entre os dias 1 e 5 de junho, sendo essa última terça-feira escolhida para a celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente. Instituída desde 1981 através do decreto 86.028, essa semana de conscientização no território nacional segue parâmetros recomendados pela Organização das Nações Unidas (ONU) através da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente realizada em Estocolmo na Suécia no ano de 1972.

A proposta de valor dessa semana é justamente chamar atenção sobre a necessidade de ações para a proteção do meio ambiente, envolvendo governos de diversos países e, em especial, a sociedade. A ONU traz as pessoas como principais agentes transformadores, seja fazendo algo focado localmente, nacionalmente ou mundial, desde de ações individuais e pontuais até a mobilização de um grupo.

Costuma-se realizar diversos eventos com o intuito de conscientizar a comunidade sobre a importância de preservar todos os tipos de ecossistemas. É comum a realização de palestras em escolas, workshops com diversos temas, ações de coletas de lixos nas praias, plantio de mudas de árvores em espaços públicos.

Por ser uma das áreas que mais agride o meio ambiente e ainda assim uma das mais fundamentais ao crescimento da urbe humana, a Engenharia Civil desenvolve ao longo dos anos novas tecnologias, visando impacto negativo menor ou nulo. Para tal, é de bom costume seguirem-se três princípios: Atendimento das necessidades dos usuários, viabilidade econômica e redução de riscos em canteiros de obras.

Essas mudanças não precisam necessariamente estar nas tecnologias de ponta, no produto final, já que uma simples mudança de atitude no processo pode criar precedentes para um impacto ideal e positivo no ambiente. Projetos mais inteligentes que reutilizam a água da chuva e têm uma maior eficiência energética, reduzindo o volume de lixo e incentivando a reciclagem, são simples e exemplos de ajuda à sociedade que pode ser implantada na maioria dos projetos nessa área.

Somado a isso, existem também tecnologias mais avançadas, como edifícios que despoluem o ar, já existentes em cidades da Rússia e Itália. O Hyper Filter Skyscraper na Rússia é revestido por uma camada de tubos e filtros que imitam a respiração humana no sentido inverso. O prédio filtra o dióxido de carbono e outros gases que agravam o efeito estufa e, por processos químicos, devolve oxigênio ao ar. Já o Palazzo Italia está envolto por painéis de concreto biodinâmico que transforma os gases agravantes do efeito estufa em sais inertes, diminuindo suas concentrações na atmosfera.

Ante o exposto, se torna claro que com o crescimento da sociedade e, junto a ela, da conscientização necessária ao desenvolvimento sustentável, é possível e indispensável atingir-se o patamar de mentalidade e consciência necessários à evolução da tecnologia humana como um todo.

#ambiental #MeioAmbiente #engenharia #engenhariasustentável #engenhariacivil #ENGETOP #preservação

Cerimônia de Posse 2016

No dia 17 de março aconteceu mais um momento marcante na ENGETOP, a Cerimônia de Posse da nova gestão de 2016.

A mesa de abertura da Cerimônia se fez composta por alguns de nossos parceiros, que apoiam a ENGETOP em todos os momentos.Da esquerda para a direita: Luis Edmundo Campos (Coordenador da câmara de Civil do CREA-BA), Rute Carvalhal (Presidente da ABENC-BA), Juçara Leão Tanajura (Diretora do SIDUSCON-BA), Amarílio da Silva Mattos (Presidente do IBAPE-BA), Iago Vieira (Diretor Presidente da ENGETOP na gestão 2015) e Edgard Mendes (Diretor Presidente da ENGETOP na gestão 2016).

Nossa parceira Viviane Lobo da FINESTRA Arquitetura & Interiores fez um discurso sobre sua experiência na indicação de projetos para a ENGETOP, momento no qual retomou a qualidade e compromisso da empresa.

Um momento marcante foi o de homenagens feitas pela ENGETOP aos seus orientadores – pessoas que atuam de forma significativa na empresa -, outra homenagem foi o que nosso antigo Diretor Presidente, Iago Vieira, fez ao antigo CONAD (Conselho Administrativo da ENGETOP) momento de muita emoção.

A Cerimônia de Posse da ENGETOP nada mais é do que um momento simbólico de transição das diretorias da empresa. É um marco no ano já que demonstra um alto grau de maturidade, evidente nos resultados mostrados durante o evento – 47 contratos fechados, 48 projetos finalizados sendo 9 sociais com 100% dos clientes satisfeitos -, entre outros. Isso mostra o quanto estamos tangenciando a nossa missão de desenvolver futuros engenheiros capazes de empreender melhores soluções para a sociedade.

Confira quem são os novos diretores:

• Diretor Presidente – Edgard Mendes;

• Diretor Vice-Presidente – Murilo Allan;

• Diretora de Projetos – Maria Luiza Ferraz;

• Diretora de Gestão de Pessoas – Beatriz Faria;

• Diretor Administrativo-Financeiro – Pedro Paulo Amorim;

• Diretor de Marketing – Gustavo Leal;

• Conselho Administrativo – Iago Vieira, Gabriela Almeida, Lucas Bitencourt.

Confira as fotos do evento abaixo:

#CerimôniadePosse #NovaGestão2016

Saiba as melhores aplicações para os tipos de Cimento Portland

Desde o antigo Egito havia a necessidade de se ter um material com uma boa resistência para suas construção, e ao longo do tempo com o avanço da tecnologia esse material foi passando de gesso, solos vulcânicos até chegar em 1786 quando o inglês John Smeaton, conhecido atualmente com o “Pai da Engenharia Civil” através da calcinação de calcários moles e argilosos criou um material altamente resistente, marcando assim o primeiro passo para o que conhecemos e utilizamos hoje como Cimento Artificial.

John Smeaton – Pai da Engenharia Civil

Passando por experimentos parecidos pelo Francês Vicat em 1818 com argila e calcário, o cimento chegou aos moldes mais próximos dos atuais quando em 1824 o construtor Inglês Joseph Aspind resolveu queimar o calcário e argila transformando-as em um pó fino. Percebeu ao secar que a mistura possuía uma resistência comparada com as rochas as quais eram aplicadas nas construções da época e não se dissolvia com água. No mesmo ano essa mistura foi patenteada com o nome utilizado até hoje: Cimento Portland. A origem do nome vem justamente da semelhança das características com as rochas da Ilha de Portland no Reino Unido.

Ilha de Portland, Reino Unido

Por ser um material que possui um fácil manuseio na elaboração de estruturas mais complexas, o cimento é atualmente o material mais produzido pela humanidade e o segundo mais consumido, perdendo apenas para a água. No Brasil não é diferente, possuímos cerca de oito tipos de cimentos, sendo desses três especiais. E com tanta variedade no mercado temos que saber os diferenciar para aproveitar ao máximo suas propriedades em suas aplicações previstas.

De maneira geral o Cimento Portland é uma mistura composta por Clínquer e Gipsita, sendo o Clínquer pequenas “bolinhas” com diâmetro entre 5 e 25mm produzida pelo aquecimento de misturas pré-determinadas a altas temperaturas. De forma mais esquemática o Clínquer é composto por Calcário e Argila levado a altas temperaturas. Já a Gispita é adicionada à mistura para poder aumentar o tempo em que o cimento endurece, conhecido no meio da engenharia como tempo de pega, para assim ter um melhor manuseio.

Tipos de Cimento Portland:

Cimento Portland Comum CP I e CP I-S (25, 32 e 40) (NBR 5732)

Esse tipo de cimento não possui qualquer tipo adição além do gesso para retardar o tempo de pega como dito anteriormente. Antes recomendado para contruções de contreto esse tipo de cimento já encontra-se muito pouco utilizado, sendo apenas 1% do volume de cimento consumido no país. O mercado também oferece o Cimento Portland Comum com Adição (CP I-S), o qual possui 5% de material pozolânico na sua massa que possui menor permeabilidade.

Os valores em parênteses são as medidas de resistência que o cimento devem ter em uma tempo especificado na norma.

Cimento Portland Composto CP II-E (25, 32 e 40) (com adição de escória granulada de alto-forno) (NBR 11578)

Além da composição básica, possuem adição de outro material, nesse caso a escória granulada de alto-forno o que confere a propriedade de baixo calor de hidratação. Seu uso é recomendado em estruturas que exijam um desprendimento de calor razoavelmente lento ou que possam ser afetadas por sulfatos.

Cimento Portland Composto CP II-Z (25, 32 e 40) (com adição de material pozolânico) (NBR 11578)

Possuem adição de material pozolânico entre 6% e 14% de massa o que confere ao cimento menor permeabilidade, consequentemente mais durável. Seu uso é recomendado para obras civis em geral, subterrâneas, marítimas e industriais, onde haja presença de água.

Cimento Portland Composto CP II-F (25, 32 e 40) (com adição de material carbonático – fíler) (NBR 11578)

Cimento composto com adição de 6% a 10% de material carbonático (fíler) em massa. É recomendado para uso em gerais, desde de estruturas de concreto aramado até argamassas assentamento e revestimento, contudo, não é indicado para aplicações em meios agressivos.

Cimento Portland de Alto Forno CP III (25, 32 e 40) (NBR 5735)

O Cimento de Alto Forno possui adição de 35% a 70% de massa de Escória conferindo propriedades como maior impermeabilidade e durabilidade, baixo calor de hidratação, alta resistência à expansão, além de ser resistente a sulfatos. É menos poroso e mais durável. É indicado para usos gerais, mas possui maior vantagem em obras de concreto-massa como pavimentação, pistas de aeroportos, barragens, esgotos e efluentes industriais, etc.

Cimento Portland Pozolânico (25 e 32) CP IV (NBR 5736)

O CP IV contém adição de pozolana entre 15% a 50% em massa. Tal alto teor de pozolana confere alta impermeabilidade, logo, maior durabilidade, ao cimento. O concreto tendo o CP IV como base possui uma resistência mecânica à compressão superior ao concreto de cimento Portland comum à longo prazo. Seu uso é mais indicado em obras expostas à ação de água corrente e ambientes agressivos.

Cimento Portland de Alta Resistência Inicial (7d – 34) CP IV (NBR 5733)

Assim como o CP-I, não possui adições. A diferença encontra-se na dosagem do clinquer, fazendo com que possua uma moagem mais fina. Essa diferença é a que confere ao cimento uma alta reatividade nas primeiras horas de aplicação, fazendo assim, atingir altos índices de resistência, como 34Mpa em sete dias. Seu uso é indicado em obras que exijam deforma rápida do concreto.

Cimento Portland Branco CP B (NBR 12989)

Cimento Portland Branco Estrutural

A principal característica é sua cor branca, diferente de todos os outros cimentos. Sua cor é conseguida através da adição de manganês e ferro e a utilização do caulim no lugar a argila. Seu uso é indicado para rejunto de cerâmicas e não estrutural. Esse cimento possui um tipo estrutural porém não é tão recomendado por ter uma alto custo.

Como pudemos reparar, as diferenças dos tipos de cimento estarão justamente no sua composição, dando para cada tipo uma propriedade de destaque diferente, como resistência, impermeabilidade, durabilidade, sendo cada tipo mais interessante para um mercado diferente. Mas de modo geral o mais importante na hora de comprar é a resistência que aparece na embalagem do cimento, o valor mostrado é o número de MPa que o cimento ira ter após 28 dias quando dosado da exata maneira como instruído.

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